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Todos os cães merecem o céu...
Posted by: Rose Porciuncula in de euzinha pra vcs, lendo e aprendendo, saiu por aíCarta de um cão que partiu...
"Humano, vejo que estás chorando porque chegou meu momento de partir. Não chores, por favor, quero te explicar algumas coisas.
Tu estás triste porque eu fui
embora, e eu estou feliz porque te conheci.
Quantos como eu morrem diariamente
sem ter conhecido alguém especial?
Os animais às vezes passam tanto
tempo sozinhos a nossa própria sorte.
Só conhecemos o frio, a sede, o
perigo, a fome. Temos que nos preocupar em como conseguiremos algo para comer e
onde passaremos a noite protegidos. Vemos muitos rostos todos os dias, que
passam sem nos olhar, e às vezes é melhor que nem nos vejam antes de se darem
conta que estamos aqui e nos maltratem.
Às vezes temos a enorme sorte que
entre tantas pessoas passa um anjo e nos recolhe.
Às vezes, os anjos vêm e são
organizados em grupos, às vezes há outros anjos, longe e enviam muita ajuda
para nós. E isso muda tudo. Se necessário nos levam a outro tipo de anjo que
sabem muito, e nos dão remédios para nos curar.
Nos escolhem uma palavra que
pronunciam cada vez que nos veem. Um NOME. Eu acho que o que você diz, é que
somos "especiais", deixamos de ser anônimo, para ser um de muitos, e
um de vocês.
E conhecemos o que é um lar! Você
não tem ideia de como isso é importante para nós?
Nós já não temos que ter medo
nunca mais, não temos mais fome, ou frio, ou dor, ou perigo.
Se você pudesse calcular o quão
feliz que nos faz. Para nós qualquer casa é um palácio! Nós já não nos
preocupamos se vai chover, se vai passar um carro muito rápido ou se alguém vai
nos ferir. E, principalmente, não estamos sozinhos, porque nenhum animal gosta
de solidão, o que mais se pode pedir?
Eu sei que te entristece a minha
partida, mas eu tinha que ir agora.
Quero te pedir que não se culpe
por nada; te ouvi soluçar que deveria ter feito algo mais por mim.
Não diga isso, fez muito por mim!
Sem você não teria conhecido nada da beleza que carrego comigo hoje.
Você deve saber que nós, animais,
vivemos o presente intensamente e somos muito sábios: desfrutamos de cada
pequena coisa de cada dia, e esquecemos o passado ruim rapidamente. Nossas
vidas começam quando conhecemos o amor, o mesmo amor que você me deu, meu anjo
sem asas e duas pernas.
Saiba que mesmo se você encontrar
um animal que está gravemente ferido, e que só lhe resta apenas um pouquinho de
tempo neste mundo, você presta um enorme serviço ao acompanhá-lo em sua
transição final.
Como te disse antes, nenhum de nós
gosta de estar só, menos ainda quando percebemos que é hora de partir.
Talvez para você não seja tão
importante, que um de vocês esteja ao nosso lado nos acariciando e segurando a
nossa pata, nos ajuda a ir em paz.
Não chores mais, por favor. Eu vou
feliz. Tenho na lembrança o nome que você me deu, o calor da sua casa que neste
tempo se tornou minha. Eu levo o som de
sua voz falando para mim, mesmo não entendendo sempre o que me dizia.
Eu carrego em meu coração cada
caricia que você me deu.
Tudo o que você fez foi muito
valioso para mim e eu agradeço infinitamente, não sei como dizer a você, porque
eu não falo sua língua, mas certamente em meus olhos pôde ver a minha gratidão.
Eu só vou pedir dois favores. Lave
o rosto e começa a sorrir.
Lembre-se que bom que vivemos
juntos estes momentos, lembre-se das palhaçadas que fazia para te alegrar.
Reviva como eu todo o bem que
compartilhamos neste tempo.
E não diga que não adotará outro
animal porque você tem sofrido muito com a minha partida. Sem você eu não
viveria as belezas que vivi.
Por favor, não faça isso! Há
muitos como eu esperando por alguém como você.
Dê-lhes o que você me deu, por
favor, eles precisam assim como eu precisei de ti.
Não guarde o amor que tens para
dar, por medo de sofrer.
Siga o meu conselho, valorize o
bem que compartilha com cada um de nós, reconhecendo que você é um anjo para
nós os animais, e que sem pessoas como você a nossa vida seria mais difícil do
que às vezes é.
Siga a sua nobre tarefa, agora
cabe a eu ser o seu anjo.
Eu vou acompanhar você no seu
caminho e te ajudarei a ajudar os outros como eu.
Eu vou falar com outros animais
que estão aqui comigo, vou lhes contar tudo o que você tem feito por mim e eu
vou apontar e dizer com orgulho: "Essa é a minha família".
Hoje à noite, quando você olhar
para o céu e ver uma estrela piscando quero que você saiba que sou eu piscando
um olho; avisando a você que cheguei bem e dizendo-lhe "obrigado pelo amor
que você me deu".
Eu me despeço agora não dizendo
"adeus", mas "até logo".
Há um céu especial para pessoas
como você, o céu para onde nós vamos e a vida nos recompensa tornando a nos
encontrar lá.
Arroz de Puta
Pobre (nossa que falta de respeito)
O Arroz de Puta Pobre (nossa que baita
nome feio né), mas não fiquem alarmados não, segundo o Urbano que foi quem
passou a receita é simplesmente delicioso e junto a receita vem a história do
nome da mesma.
Bom Urbano antes
de mais nada agradecendo a receitinha com todas as explicações - UM VERDADEIRO
CHEF DE COZINHA -
"Arroz de
puta pobre"? Que falta de respeito!
Também chamado de
"Arroz de china pobre", é um prato muito simples preparado
basicamente com arroz e lingüiça. (Não me peçam pra tirar o trema, pois eu me
nego!)
Cabe lembrar que
"china" sempre foi uma maneira carinhosa com a qual o gaúcho chamava
a sua mulher. Com o passar das gerações e o evoluir da língua, que é um
organismo vivo alimentado pelos usos e costumes do povo, "china"
passou a significar "concubina" e, logo a seguir, "rameira,
meretriz, prostituta". Não se assustem nem se sintam ofendidos com o nome,
pois não é uma transgressão tão rara assim na culinária. Quem não conhece o
famoso "sugo alla puttanesca" ou "molho à puttanesca"? O
que vocês acham que significa? Vejam o que diz o Concise Oxford English
Dictionary de 2004:
puttanesca:
adjective denoting a pasta sauce of tomatoes, garlic, olives, anchovies, etc.
Ital., from
puttana 'prostitute' (the sauce is said to have been devised by prostitutes as
one which could be cooked quickly between clients' visits).
Ou seja, em
tradução mais ou menos livre, "o molho teria sido criado por prostitutas
para ser um acompanhamento que poderia ser cozido rapidamente entre um cliente
e outro".
Aqui, a receita
para quem estiver interessado:
Os ingredientes
para o sugo alla puttanesca são relativamente fáceis de obter (para quem mora
no mediterrâneo). Coloca-se azeite extra-virgem numa frigideira. Adiciona-se
alho finamente cortado (às vezes com cebola), peperoncino (um tipo de pimentão
picante seco) e filetes de anchovas esmagados. Podem também juntar-se atum e
cogumelos para enriquecer o sabor. Juntam-se os tomates e quando o molho ferve
juntam-se as alcaparras picadas e as azeitonas pretas. A seguir procede-se à
redução do molho sob fogo forte. Para terminar pode-se agregar salsa ou
manjericão picados.
De volta ao nosso
"arrozinho da desprovida mulher da difícil vida fácil", acredito que
o prato tenha surgido não só pela rapidez do preparo, mas principalmente pelo
baixo custo na remota época em que foi criado, pois era mais barato comprar
lingüiça do que charque (carne-de-sol, para quem não sabe). Sendo assim, o
arroz de puta pobre nada mais é do que um carreteiro feito com lingüiça. Sem
mais delongas, a receita:
Arroz de puta
pobre
Ingredientes
(para 4 porções)
200 g arroz
400 g lingüiça
calabresa grossa
1 cebola média
1 dente de alho
3 xícaras de água
Modo de preparo:
Numa panela de
ferro, com um fio do óleo da sua preferência, fritar a cebola e o alho bem
picados, até dourar. Acrescentar a linguiça cortada em rodelas grossas, mexer e
deixar fritar. Quando dourar, acrescentar o arroz previamente lavado e
escorrido. Fritar mais um pouco, cobrir com água até dois dedos acima do arroz.
Cuidado! Neste momento, todo mundo quer colocar a famosa pitadinha de sal. Não
podemos esquecer que a linguiça calabresa, além de apimentada, é bem salgada!
É melhor mexer
tudo e provar antes de decidir se precisa ou não de mais sal (eu nunca ponho).
Resolvido este impasse, é só fechar a tampa da panela e cozinhar até reduzir a
água e o arroz ficar no ponto. Se quiserem mais molhadinho, como é o costume
aqui no sul, só é preciso colocar mais água e deixar cozinhando um pouco mais.
Vai do gosto do
freguês!
Só isso???
Retirado das receitinhas e dicas da vovó Rô.
A propósito... Meu pai era craque nesse arroz, alias acho que essa é uma receita que agrada por de mais aos homens que a fazem com maestria... porque sera?
rsss
A propósito... Meu pai era craque nesse arroz, alias acho que essa é uma receita que agrada por de mais aos homens que a fazem com maestria... porque sera?
rsss
NÃO FICO MAIS COM RAIVA: SÓ OLHO, PENSO E ME AFASTO
Para ter força para lidar com situações complicadas devemos
aprender a tomar uma certa distância emocional, a questionar o que se apresenta
para nós e a pensar antes de tomar qualquer decisão. Como com tudo na vida,
para aprender isso é necessário tempo e experiência, muita experiência.
Assim, podemos dizer que a distância emocional é uma regra
implícita que nos permite ver e sentir as coisas de uma outra maneira, pois
damos tempo para que as emoções como a raiva percam força e podemos então
entender melhor nossos sentimentos, os quais nos permitem compreender com mais
clareza o que pensamos e como queremos realmente agir.
Ou seja, fazer isso, se distanciar, serve para lidar melhor
com nossas emoções e assim conseguir coerência entre nossas opiniões e nossas
ações sobre um tema determinado, como por exemplo as atitudes de uma pessoa.
Como se distanciar emocionalmente de uma situação?
Agora, como fazer isso? Como se distanciar emocionalmente de
uma situação? Essa resposta não tem uma fórmula mágica, pois depende de muitos
fatores pessoais e circunstanciais, assim como fatores relacionais.
Há pessoas às quais damos enorme importância, e nos
distanciarmos das emoções que temos quando estamos com elas é, sem dúvida, uma
das tarefas mais complicadas que temos que concluir na hora de montar o
quebra-cabeça para compreender o que está acontecendo.
Mesmo assim, e mesmo considerando que não temos uma receita
perfeita que nos leve a tomar a distância ideal do melhor modo possível,
podemos destacar a maior parte dos ingredientes que acabam nos faltando para
conseguirmos nos distanciaremocionalmente nas situações mais difíceis para nós.
“Conforme já falamos, é indispensável que respeitemos o tempo,
pois tempo é necessário para vermos mais nitidamente nossas emoções.
Metaforicamente, podemos ilustrar essa questão com as cores dos semáforos:
vermelho, amarelo e verde.”
Diante de uma afronta, provavelmente a luz amarela pisca para
rapidamente passar ao vermelho. Ou seja, quando somos invadidos, por exemplo,
pela raiva, pela tristeza, pela alegria ou por qualquer outra emoção, nosso
semáforo rapidamente se torna vermelho, e nesse momento não devemos tomar
decisões.
Com o semáforo vermelho devemos frear nossa reação emocional e
esperar um tempo para compreender exatamente o que pensamos, sentimos e o que
vamos fazer.
Observe, olhe e afaste-se se for necessário, mas não tome
decisões permanentes a partir de emoções que são temporárias, ainda que tenha
vontade de dizer muitas coisas em determinadas situações ou de gritar, você
pode se manchar para sempre. Dê tempo para que suas emoções se estabilizem
novamente, vá dar um passeio, pinte um desenho ou deixe passar uns dias antes
de decidir e lidar com a situação ou pessoa que te irritou ou entristeceu.
Quando o tempo passa algumas coisas simplesmente deixam de ter
importância, e alguns detalhes que antes eram angustiantes passam a ser
amenidades que relativizamos e aceitamos como inerentes às circunstâncias.
Digamos que é graças ao tempo que nos afastamos e deixamos de
reagir com intensidade emocional, evitando gerar decepções, expectativas e
traições. Conseguir, enfim, não ser controlado por nossas emoções é possível,
mas é uma habilidade que se aprende somente com a prática.
A bússola interna, um grande benefício ganho com a distância
emocional
No momento em que conseguimos criar uma distância emocional
perante uma situação, podemos escutar o que diz a nossa bússola interna que nos
dá intuições sobre o que está bem e o que está mal. Essas intuições muitas
vezes são certas, posto que se baseiam nos nossos sentimentos, muito mais
duradouros que nossas emoções.
Então, as decisões que tomamos a respeito dos demais e do que
aconteceu serão muito melhores e mais coerentes com o que sentimos e pensamos
verdadeiramente. Aqui podemos saber o que merece atenção e o que pode ser
ignorado, fomentando um sentimento bom e impedindo que soframos por aquelas
coisas que não podemos controlar.
Resumidamente, é muito importante que diante de situações
complicadas ou com muita carga e intensidade emocional criemos uma distância,
pois assim teremos sucesso em ver que os aspectos mais passageiros de nossas
emoções nos confundem, e então não nos arrependeremos de agir de uma ou outra
forma.
Gostei por isso postei!
bjs
meus
O Ser humano é estranho
Briga com os vivos, e leva flores para os mortos;
Lança os vivos na sarjeta, e pede um “bom lugar para os
mortos”;
Se afasta dos vivos, e se agarra desesperados quando estes morrem;
Fica anos sem conversar com um vivo, e se desculpa, faz
homenagens, quando este morre;
Não tem tempo para visitar o vivo, mas tem o dia todo para
ir ao velório do morto;
Critica, fala mal, ofende o vivo, mas o santifica quando
este morre;
Não liga, não abraça, não se importam com os vivos, mas se
autoflagelam quando estes morrem…
Aos olhos cegos do homem, o valor do ser humano está na sua
morte, e não na sua vida.
É bom repensarmos isto, enquanto estamos vivos!
Papa Francisco
Dica:
Aproveitem os VIVOS!
Pra onde vão os passarinhos quando morrem
ano de 1988
Estávamos jogando futebol no quintal. Meu irmão e eu, numa
loucura alucinada, decidindo alguma final de algum mega hiper campeonato
mundial (como o mundo era bem simples nessa idade, jamais pensávamos em algum
campeonato universal, mas se fosse hoje seria algum campeonato universal
dimensional alpha atemporal e claro, o mais importante possível).
Numa jogada cheia de raça e vontade um forte chute foi
desprendido pelo adversário, amado e odiado; meu irmão, em direção à meta do
humilde, simples, desconhecido mas surpreendente goleiro eu. Com reflexos
apurados e corajosos, me atiro em direção à bola fazendo uma magnífica defesa,
espalmando o tiro do atacante direto na gaiola do passarinho.
ano de 1986
Meu pai alimentava uma paixão tradicional por canários, periquitos,
mandarins e calafates. Nesta época dedicava-se apenas aos canários.
O Amarelinho(que era meu e cantava mais que todos os outros),
o Laranjinha(que era de meu irmão, e as vezes cantava de maneira
impressionante, mas nao tão frequente) , o Filhotinho (que havia nascido em
casa), a Mãe-do-Filhotinho(que era o da minha mãe), o Tião (um canário-da-terra
que apareceu voando todo abestalhado e perdido aqui no quintal, provavelmente
havia escapado de alguma outra gaiola ), o Marronzinho e a Marronzinha.
Dia sim dia não, que era a maneira q minha mãe encontrou de
dividir por igual as tarefas da casa entre os filhos, cuidava dos bichinhos. De
manhã acordava umas 7 e ia direto pro salão de festas onde eles passavam a
noite, abria a porta e já escutava-os assustados com o barulho. Passarinho é um
bicho muito sensível e delicado, um grande susto pode até mata-los do coração,
mas eu não sabia disso ainda.
Ficavam em cima e uma mesa, enfileirados e próximos, mas não
muito próximos pois se uma gaiola encostasse na outra eles se pegavam de bico e
podiam se machucar feio.
Pegava gaiola por gaiola e começava pela comida, trocando o
alpiste velho pelo novo, depois a vitamina de canário e removia alguma fruta ou
verdura que havia sido dada no dia anterior. Em seguida trocava a água dos
bebedouros, indo com todos até a pia do banheiro, desmontando-os deixando a
água velha escorrer pelo ralo ao mesmo tempo que ia limpando com uma escova de
dentes usada. Na sequência enchia um por um com água limpinha, e tinha que ter
a habilidade de fechar com bastante água dentro, daquele jeito que dá orgulho.
No final de tudo era trocar o jornal cheio de fezes e restos
de comida por outro novinho e especialmente dobrado na bandeja de metal e
pendurar a gaiola no quintal.
Verificava o tempo. Previa se ia chover ou não, onde iria
bater mais ou menos sol e escolhia em qual prego pendurar. Cada passarihno
tinha seu lugar marcado, tanto em tempos de sol como chuvosos. Sabia que o
Amarelinho ficava entre a janelinha do banheiro do salão e a porta do salão
quando estava sol, e entre a janelinha do banheiro da minha mãe e do quarto de
tv quando estava chovendo. O Laranjinha, que também era protegido, pegava bons
e seguros lugares, e nessa hieraquia de importância pessoal, eles iam ganhando
as respectivas paredes do quintal.
Logo que sentiam o ar matinal começavam a cantar… iam ensaiando ensainado ateh fazer o canto
completo, que era o auge, a explosão musical produzida de maneira tão especial
por aquela criaturinha agitada. E assim passavam quase toda a manhã; comendo,
cantando, pulando, se bicando. Logo que
chegava a tarde, ficavam um pouco mais preguiçosos e se distraiam com outras
coisas, como os pardais invasores que vinham roubar os almeirões pendurados próximos
aos poleiros, e até mesmo seu precioso alpiste.
Em dias muito quentes, haviam as banheirinhas de plástico, que
enchia com água da torneira e derramava boa parte até alcançar o chão da gaiola
pendurada, colocando-a estrategicamente ao centro para um gostoso banho.
Terminando a refrescante limpeza, as banheirinhas eram
retiradas (em dia de preguiça viravam a noite no fundo da gaiola) e sua água
suja derramada nas plantas.
Ao pôr-do-sol, por volta das seis, sete… os passarinhos eram recolhidos.
ano de 1992
Passarinho apesar de suscetível à morte por susto, vive
bastante e sua morte por velhice é bem lenta. Primeiro param de cantar e vão
ficando gordos… quando cantam, cantam muito. Depois o canto não vai chegando ao
fim e se resume nuns longos piados.
Segundo, ficam cegos e não conseguem mais saltar entre os
poleiros. Aí ficam no chão da gaiola, comendo e bebendo nos potinhos
especialmente posicionados para suas dificuldades motoras, porém também fazem cocô no mesmo lugar que
caminham. Sem enxergar e sem poder voar, suas patinhas e penas vão se enchendo
das próprias sujeiras. De tempos em tempos o passarinho era cuidadosamente
retirado da gaiola para uma limpeza delicada das patas e penas. Um banhinho
especial.
A terceira fase é mais rápida e objetiva. O pássaro não abre
mais os olhos e não come. Fica o dia todo emplumado, dormindo por dias… ora ou outra mudando de posição, até que ao
final de uns 10 dias ele morre.
Era meu dia de cuidar deles, e a cada dia um de nós de sentia
aliviado por vê-lo vivo, mas hoje eu o encontrei morto e chorei.
Fiquei sozinho lá com minha dor e peguei meu amiguinho.
Sentia-o duro entre os dedos, sem calor, mas com um semblante tranquilo. Era
triste, mas ao mesmo tempo bonito, uma
despedida, um laço rompido.
Já havia uma rotina em relação à morte dos canarinhos. Uma
rotina criada por mim, diferente de meus pais que embrulhavam num jornal e
colocavam no lixo, eu enterrava no jardim da frente.
Coloquei-o cuidadosamente dentro da banheirinha de plástico,
peguei a enxadinha e fui até o jardim abrir uma pequena cova ao lado do
pinheiro, onde não havia nenhum outro enterrado. Aberto o buraco, depositei com
carinho o corpinho morto no fundo e passei a tampá-lo com a terra preta, que
caía sobre ele de uma maneira grotesca, cobrindo suas lindas penas amarelas e
aos poucos sumindo pra sempre.
Texto de Slachtoffer van de Liefde
Envelhecer é um privilégio, uma arte, um presente. Somar
cabelos brancos, arrancar folhas no calendário e fazer aniversário deveria ser
sempre um motivo de alegria. De alegria pela vida e pelo que estar aqui
representa.
Todas as nossas mudanças físicas são reflexo da vida, algo
do que nos podemos sentir muito orgulhosos.
Temos que agradecer pela oportunidade de fazer aniversário,
pois graças a ele, cada dia podemos compartilhar momentos com aquelas pessoas
que mais gostamos, podemos desfrutar dos prazeres da vida, desenhar sorrisos e
construir com nossa presença um mundo melhor…
As rugas são um sincero e bonito reflexo da idade, contada
com os sorrisos dos nossos rostos. Mas quando começam a aparecer, nos fazem
perceber quão efêmera e fugaz é a vida.
Como consequência, frequentemente isso nos faz sentir
desajustados e incômodos quando, na verdade, deveria ser um motivo de alegria.
Como é possível que nos entristeça ter a oportunidade de fazer aniversário?
Porque temos medo de que, ao envelhecermos, percamos
capacidades. Porquepensamos na velhice como um castigo, de maneira pejorativa e
humilhante. Do mesmo modo, fazer aniversário nos faz olhar para trás e nos
expõe ao que fizemos durante nossa vida.
Deveríamos agradecer à vida pela oportunidade de permanecer
e de ter a capacidade e a consciência de desfrutar. Que sentido tem nos
lamentarmos e nos queixarmos por termos possibilidades? Não é verdade que
daríamos o que fosse para ter aqueles que perdemos do nosso lado? Por que não
colocamos vontade na vida e deixamos de dissimular nosso caminhar?
Fazer aniversário deveria ser um motivo de alegria. Cada dia
conta com 1440 minutos de novas opções, de maravilhosos pensamentos, de
centenas de matizes em nossos sentimentos. Cada segundo nos faz mais capazes de
experimentar e de aproveitar todas as opções que surgem ao nosso redor.
Cada ano é uma medalha, uma oportunidade para acumular
lembranças, para fazer nossos os instantes, para soprar as velas com força e
orgulho. Deseje continuar cumprindo sonhos, segundos, minutos, horas, dias,
meses e anos… E, sobretudo, poder celebrá-los com a vida e com as pessoas que o
rodeiam.
Quantos anos eu tenho?
Tenho a idade em que as coisas se olham com mais calma, mas
com o interesse de seguir crescendo.
Tenho os anos em que os sonhos começam a se acariciar com os
dedos e as ilusões se tornam esperança.
Tenho os anos em que o amor, às vezes, é uma louca labareda,
ansiosa para se consumir no fogo de uma paixão desejada. E outras, é um remanso
de paz, como o entardecer na praia.
Quantos anos tenho? Não preciso de um número marcar, pois
meus desejos alcançados, as lágrimas que pelo caminho derramei ao ver minhas
ilusões quebradas…
Valem muito mais do que isso.
O que importa se fizer vinte, quarenta, ou sessenta!
O que importa é a idade que sinto.
Tenho os anos que preciso para viver livre e sem medos.
Para seguir sem temor pelo atalho, pois levo comigo a
experiência adquirida e a força de meus desejos.
Quantos anos tenho? Isso a quem importa!
Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que
quero e sinto.
– José Saramago –
Entre a infância e a velhice há um instante chamado vida
Não se lamente por envelhecer. A vida é um presente que nem
todos temos o privilégio de desfrutar. É um frasco de suspiros, de tropeços, de
aprendizagens, de prazeres e de sofrimentos. Por isso, em si mesma, é
maravilhosa.
E também por isso é imprescindível aproveitar cada momento,
fazê-lo nosso, nos sentirmos afortunados. Acumular juventude é uma arte que
consiste em fazer com que seja mais importante a vida dos anos do que os anos
de vida.
Não é tão importante se somamos cabelos brancos, rugas ou se
nosso corpo nos pede trégua a cada manhã. O que verdadeiramente é relevante é
crescer, porque no final das contas, fazer aniversário é inevitável, mas
envelhecer é opcional.
Texto original em espanhol de Raquel Aldana.
É mais ou menos assim: um dia você acorda quadrada, ou
talvez, ballonnée, ou pior, com jeito de matrona!
A menopausa não é colega – ouvi de uma mulher numa sala de
espera de dermatologista. Estávamos as duas com os rostos inchados e
chamuscados por lasers e peelings, folheando perversas revistas de moda e
frivolidades, onde todos são jovens e felizes, depositando míseras gotículas de
esperança nos raios que nos partem daqueles aparelhos de última geração.
Balancei a cabeça como uma vaca no matadouro e, sem pestanejar, movida pela
absoluta cumplicidade daquele instante, falei para a minha colega: A menopausa
é uma filha da mãe, isso sim! Caímos na maior gargalhada e assim ela se tornou
a minha primeira amiga de menopausa.
A menopausa é um seqüestro. Uma versão, só para mulheres, de
praga bíblica. Inferno astral que antecede a terceira idade. É tragicômica,
portanto, para encarar, só rindo. Um dia você está no meio da sua normalidade,
é arrancada de tudo que você tem como referência física de si mesma e é lançada
a uma espécie de funilaria às avessas. A libido diminui na mesma proporção em
que aumenta a irritabilidade.
Você não só não pensa tanto, nem gosta tanto, nem se importa
tanto mais com sexo, como para compensar vira uma criatura instável, pavio
curto, sem paciência para nada, capaz de discutir com um poste, de deprimir à
toa, ter crise de choro com anúncio de seguradora e ataque de ansiedade ao ler
o jornal. Enfim, você vira uma pessoa bem complicada, ou melhor, complexa. E,
até então, você achava que TPM era o pior que podia acontecer.
Os sintomas aparecem inadvertidamente, como assaltantes, em
maior ou menor intensidade, bizarros e infalíveis. Lá estão eles: ressecamento
– escolha onde você terá; celulite – a pele de pêssego é substituída pela casca
de laranja; flacidez – é a triste irrevogabilidade da lei da gravidade; manchas
senis – essas pelo menos trazem o consolo dos muitos verões bem vividos;
insônia – e com ela balanços complicados da vida; calores – esses são um
requinte de crueldade, tão desprovidos de sentido que nos fazem refletir sobre
a transcendência da agonia dos ovos cozidos; esquecimentos – sua memória vira
uma espécie de vácuo e você passa por constrangimentos inenarráveis como aquela
frase típica: “sabe aquele filme, daquele diretor, com aquela atriz, como é
mesmo o nome?”; ossos de papel – e o perigo de tombos ridículos resultarem em
cirurgias espetaculares onde pinos e próteses são implantados sem cerimônia;
cabelos ralinhos de palha de milho – a sua trança de potranca virou um tererê;
cintura - convexa ou quase inexistente com direito àqueles dois afundadinhos
nas costas, como se você fosse feita de massinha de modelar; olhar – embaçado
por uma nata azulada (catarata, não!!!) toldado por pálpebras fofas, generosas
– e você começa a achar que tem ascendência mongol; juntas sacanas – com data
de validade vencida e, como se não bastasse, a lembrança recente, acachapante,
perturbadora e descompassada de como você era antes da menopausa. Você era
jovem ontem! Que dó, que desperdício!
Esse é o ponto crucial: o estranhamento entre o que vemos e
a nossa imagem interna. Não se trata da negação da velhice, da morte. Não. É
bem mais simples e raso: você simplesmente não gosta do que vê! Trata-se de uma
incapacidade temporária para sobrepor imagens, aceitar limitações, apurar um
outro olhar.
Você ainda não tem parâmetros para entender em que você está
se transformando. Você resiste bravamente. Convoca uma legião de especialistas,
as forças do Bem, o exército da salvação. Faz reposição hormonal, contrata um
personal, dá uma passadinha na sex shop, engole quilos de soja, linhaça e sucos
de cranberry, toma antidepressivo, Ômega 3, aplica botox, faz drenagem
linfática, vai ao plástico, ao dermatologista, ao ortomolecular, à
nutricionista, ao psicanalista, ao astrólogo, à fisioterapeuta e ouve o seu
ginecologista como se ele fosse o oráculo de Delfos. Seus modelos e referências
estão no passado e a menopausa – trombeta apocalíptica – anuncia um futuro onde
você vai ter de mostrar que aprendeu lições, mereceu cada ruga e está pronta
para mais trinta anos.
A menopausa é uma puberdade invertida. E, como tal, é também
casulo, travessia, transformação. Divisor de águas, experiência de deserto,
freio de arrumação, faxina. Teste crucial de espírito esportivo, capacidade de
adaptação e instinto de sobrevivência.
Passa. Demora, mas passa, e você sobrevive, como sobreviveu
à pororoca hormonal da adolescência; você há de superar o declínio daqueles
mesmos hormônios e seus asseclas que um dia já te enlouqueceram. (Esqueceu que
você sobreviveu, com muito menos recursos, às cólicas, às espinhas, aos pelos
encravados, aos ovários policísticos, à vergonha do próprio corpo, à oscilação
de humor e à melancolia dos anos tenebrosos da adolescência?)
E aí, passada a tempestade, vem a bonança, a libertação.
Você estará livre de ter que ser bonita, magra, eficiente, querida, desejável,
vencedora, fértil, competitiva, invejada, elegante, gostosa, informada, culta,
legal, conectada, tudo ao mesmo tempo. Ufa!!!
Depois dos achaques, perrengues e mudanças, a menopausa
inaugura a maturidade: a síntese da mulher que você construiu ao longo dos
anos, fases e etapas, a essência que fica, depois que os papéis de jovem fêmea
produtiva estão cumpridos. Seu rosto é a cara da sua vida. Sua bagagem é tão
grande que dá para jogar fora um monte de supérfluos e pesos mortos. Seu tempo
é só seu e você não precisa provar mais nada para ninguém. Seu maior desafio é
ter-se tornado uma boa companhia para si mesma. Você reformula premissas, um
estar no mundo mais relaxado, uma maior complacência com suas imperfeições,
dificuldade e vícios. Você já não quer mudar o mundo, você quer compreendê-lo;
você já não precisa agradar às pessoas, você quer viver em paz e ser
respeitada. Não há mais pressa; a vida vira um bom vinho a ser apreciado, com
generosidade e prazer.
A menopausa é um tremendo rito de passagem. Talvez o último
antes da definitiva passagem. Inevitável e necessário. Coisa de gente grande. O
relógio biológico é inclemente, imparcial e, portanto, justo. Haja coragem e
bom humor! Não há negociação possível, apenas a vida seguindo seu curso.
Então, que venham os ciclos, todos. Com seus sustos, sombras
e transformações. Com suas libertações, rearranjos e alegrias. Que venham os
dias, as horas, as marés, as auroras, todas.
Uma reflexão para a passagem do ano...
"Destralhar... Você já conhecia este verbo?
Já ouviu falar em toxinas da casa?
objetos que você não usa.
roupas de que você não gosta ou não usa há anos.
coisas feias.
coisas quebradas, lascadas ou rachadas.
velhas cartas, bilhetes.
plantas mortas ou doentes.
recibos/jornais/revistas antigos.
remédios vencidos.
meias velhas, furadas.
sapatos estragados.
Ufa, que peso!
O "destralhamento" é a forma mais rápida de
transformar a vida e ajudar as outras eventuais terapias.
Com o destralhamento, a saúde melhora, a criatividade
cresce, os relacionamentos se aprimoram.
É comum sentir-se cansado, deprimido, desanimado, em um
ambiente cheio de entulho, cheio de tralha, pois "existem fios invisíveis
que nos ligam a tudo aquilo que possuímos".
Outros possíveis efeitos do acúmulo e da bagunça:
sentir-se desorganizado, fracassado, limitado e apegado ao
passado.
No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga.
Na entrada, restringem o fluxo da vida.
Empilhadas no chão, nos puxam para baixo.
Acima de nós, são dores de cabeça.
Sob a cama, poluem o sono.
Perguntinhas úteis na hora de destralhar...
1- Por que estou guardando isto?
2- Será que isto tem a ver comigo hoje?
3- O que vou sentir ao liberar isto?
E vá fazendo pilhas separadas...
Para doar!
Para jogar fora!
Para destralhar ainda mais...
livre-se de barulhos
das luzes fortes
das cores berrantes
dos odores químicos
dos revestimentos sintéticos
E também...
libere mágoas
pare de fumar
termine projetos inacabados.
As frutas nascem azedas e vão ficando docinhas com o tempo.
A gente deveria de ser assim!
Destralhar ajuda a
adocicar."
Carlos Solano
Para encerrar...
Dê a quem você ama asas para voar, raízes para voltar e
motivos para ficar."
Outro dia escrevi uma carta para meus filhos falando da minha velhice e era bem diferente desse que achei hoje.
Bem esta
declaração que vi num site aqui da internet me fez rever meus conceitos... rsss
Então como li...decidi : vou lavrá-la em cartório com
duas testemunhas para sacramentar meus desejos (rs) garantindo que tudo
aconteça conforme foi descrito nesta carta-manifesto de vontades futuras.
Vejam só que
decisões legais tomei para meu futuro(rolando de rir).
Quando eu estiver
velhinha...
"Quando eu
estiver velhinha, vou morar um pouco com cada filho, e dar a eles tantas
alegrias...
Do jeito que eles me deram.
Quero retribuir tudo o que desfrutei
deles fazendo as mesmas coisas.
Oh, eles
vão adorar!
Escreverei nas
paredes com lápis de cores diversas, pularei nos sofás de sapatos e tudo.
Beberei das garrafas e as deixarei
vazias e fora da geladeira, entupirei de papel os vasos sanitários; como
eles ficarão bravos com isso!
(Quando eu estiver
velhinha e for morar com meus filhos)...
Quando eles
estiverem ao telefone e não puderem me alcançar, vou aproveitar para brincar
com o açúcar ou com a água sanitária.
Eles vão balançar suas cabeças e correr
atrás de mim, mas, eu estarei escondida debaixo da cama.
Quando me chamarem
para o jantar que eles prepararam, não vou comer as verduras, as saladas ou a
carne, vou engasgar com o quiabo e derramar leite na mesa, e quando se zangarem,
corro__ se for capaz!
Sentarei bem perto
da TV e vou mudar de canal o tempo todo. Tirarei as meias pela sala e perderei
sempre um pé; e, vou brincar na lama até o final do dia.
E, mais tarde, á
noite, já deitada, vou agradecer a Deus por tudo, fechar meus olhinhos para
dormir, e meus filhos vão olhar para mim com um meio sorriso e vão dizer:
___ Ela é tão doce
quando está dormindo!"
bjs
Meus
Ciência comprova: As relações que duram mais dependem de 2 coisas básica
Posted by: Rose Porciuncula in saiu por aí
Milhares de casais
se unem em matrimônio anualmente. No Brasil, o mês das noivas é maio, nos
Estados Unidos, o mês mais popular para casamento é o mês de junho, onde em
média 13.000 casais dizem “sim”.
Desses casais que
decidem passar a vida juntos, muitos não conseguem levar o relacionamento por
muito tempo. Se você parar agora e analisar quantos casais você conhece que se
casaram e se divorciaram, certamente terá que anotar, ou perderá a conta.
Pensando nisso,
que o psicólogo, John Gottman, juntamente com sua esposa também psicóloga,
Julie Gottman, realizaram um estudo com casais para entender melhor o motivo do
fracasso e do sucesso de seus relacionamentos.
A conclusão a que
chegaram pode parecer óbvia demais, porém ao analisarmos os detalhes de nossos
próprios relacionamentos, certamente identificaremos pontos que precisam de
mais atenção.
Segundo o estudo
dos Gottmans, as duas coisas básicas que movem um relacionamento até o fim da
vida são generosidade e bondade.
John e Julie
criaram o “The Lab Love” (O Laboratório do Amor), levaram 130 casais para seu
laboratório do amor, onde passaram o dia realizando tarefas corriqueiras como
comer, cozinhar, limpar, enquanto os cientistas sociais os analisavam. Ao fim
das análises, os estudiosos classificaram os casais em dois grupos: mestres e
desastres. Passaram-se seis anos e os casais foram chamados novamente. Os
mestres permaneciam juntos e felizes.
Os casais que
pertenciam ao grupo “desastres” ou não estavam mais casados ou permaneciam
juntos, porém infelizes. Esse resultado levou os cientistas a conclusão de que
a generosidade é fundamental para o relacionamento entre o casal. Atos simples
como responder a perguntas rotineiras com agressividade ou com generosidade
afeta o futuro e a qualidade do seu relacionamento.
Perguntas como:
“Você viu aquele pássaro?” podem ser a deixa para a esposa demonstrar mais
interesse pelos gostos do marido, agindo com generosidade e bondade, criando
uma conexão entre os dois.
Respostas
ríspidas, desinteressadas ou ignorar o apontamento do seu companheiro por
indiferença, significam bem mais do que apenas cansaço, ocupação, falta de
tempo. Mas sim, podem representar que tudo é mais importante do que as coisas
bobas que ele ou ela apreciam.
O estudo apontou
que temos duas respostas a escolher quando se trata das questões de nossos
companheiros, podemos optar por respostas generosas que nos aproximam como
casal ou respostas ríspidas que nos afastam um do outro.
Os “mestres”
escolhiam respostas generosas, criavam uma conexão com o companheiro,
demonstrando-lhe interesse em suas necessidades emocionais.
Pessoas que agem
com bondade e generosidade, como os casais que pertenciam ao grupo de “mestres”
preocupam-se em criar um ambiente de apreciação e gratidão pelo o que o
companheiro faz, em contrapartida, casais “desastres” constroem um ambiente
baseado na insatisfação, sempre apontando para os erros do outro, para o que
ele deixou de fazer, esquecendo-se dos pontos positivos.
A pesquisa mostrou
que em situações como, o atraso da esposa ao se preparar para um jantar pode
ser encarado pelo marido de duas maneiras diferentes: com bondade e
generosidade ou com agressividade, concentrando-se apenas no fato de que ela
sempre se atrasa, nunca se apronta na hora combinada, desconsiderando que o
atraso pode ter sido motivado pelo tempo que ela gastou preparando uma surpresa
para ele.
•Generosidade e
bondade
Generosidade e
bondade podem salvar seu relacionamento. Não estou dizendo que no dia de
aniversário de casamento, uma vez ao ano, você fará aquela surpresa linda, e
pronto. O que a pesquisa revelou implica na aplicação diária de doses de
generosidade e bondade, seja relevando uma coisa aqui, sendo gentil em outra
situação ali, evitando cobranças desnecessárias e sempre, sempre e sempre
concentrar-se no que a outra pessoa fez e faz de positivo, não de negativo. Sua
esposa foi ao supermercado e comprou só alimentos, esquecendo-se do creme
dental? Você escolhe: seja agressivo e reclame do creme que ela esqueceu ou
agradeça pela comida que comprou. Sua escolha dirá que tipo de relacionamento
você está vivendo.
John e Julie
Gottman, após estudarem os casais com eletrodos enquanto conversavam,
concluíram que casais do grupo “desastres” ficavam fisicamente afetados ao
dialogarem com seus companheiros, fisiologicamente eram como se estivessem em
guerra ou enfrentando um leopardo. Os “mestres” apresentavam passividade,
relaxamento e tranquildade ao conversarem.
E você? A qual
grupo pertence?
Tempo
que foge!
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver
daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que
ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas
percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar
em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com
invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos
e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não
participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a
miséria do mundo. Não vou mais a workshops onde se ensina como converter
milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para
eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir
estatutos, normas, procedimentos parlamentares e regimentos internos. Não gosto
de assembléias ordinárias em que as organizações procuram se proteger e
perpetuar através de infindáveis detalhes organizacionais.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que
apesar da idade cronológica, são imaturos. Não quero ver os ponteiros do
relógio avançando em reuniões de “confrontação”, onde “tiramos fatos à limpo”.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de
secretário do coral.
Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais
sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando
porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo
que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada: – Gosto, e
ponto final! Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: “As pessoas não
debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater
rótulos.
Já não tenho tempo para ficar dando explicação aos medianos se
estou ou não perdendo a fé, porque admiro a poesia do Chico Buarque e do
Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis,
Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos,
não se considera eleita para a “última hora”; não foge de sua mortalidade,
defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus.
Caminhar perto dessas pessoas nunca será perda de tempo.
Aceite o tempo e as mudanças que ele trás...
Posted by: Rose Porciuncula in de euzinha pra vcs, saiu por aíNão queira ser jovem novamente, você já foi...
Achei esse texto a algum tempo atrás de autoria desconhecida.
Um texto que fala sobre o envelhecer e suas mazelas e os benesses dessa última etapa da nossa existência, sem duvidas dá muito o que pensar.
Precisamos envelhecer com tranquilidade e acima de tudo aceitar a idade chegando.
Envelhecer é um ciclo da vida e só assim deve ser encarado.
Estamos envelhecendo. Não nos preocupemos! De que adianta, é assim mesmo. Isso é um processo natural. É uma lei do Universo conhecida como a 2ª Lei da Termodinâmica ou Lei da Entropia. Essa lei diz que: “A energia de um corpo tende a se degenerar e com isso a desordem do sistema aumenta”. Portanto, tudo que foi composto será decomposto, tudo que foi construído será destruído, tudo foi feito para acabar. Como fazemos parte do universo, essa lei também opera em nós.
Com o tempo, os membros se enfraquecem, os sentidos se embotam. Sendo assim, relaxe e aproveite. Parafraseando Freud: “A morte é o alvo de tudo que vive”. Se você deixar o seu carro no alto de uma montanha, daqui a 10 anos ele estará todo carcomido. O mesmo acontece a nós. O conselho é: Viva. Faça apenas isso. Preocupe-se com um dia de cada vez. Como disse um dos meus amigos a sua esposa: “me use, estou acabando!”. Hilário, porém realista.
Ficar velho e cheio de rugas é natural. Não queira ser jovem novamente, você já foi.
Pare de evocar lembranças de romances mortos, vai se ferir com a dor que a si próprio inflige. Já viveu essa fase, reconcilie-se com a sua situação e permita que o passado se torne passado. Esse é o pré-requisito da felicidade. “O passado é lenha calcinada.
O futuro é o tempo que nos resta: finito, porém incerto” como já dizia Cícero.
Abra a mão daquela beleza exuberante, da memória infalível, da ausência da barriguinha, da vasta cabeleira e do alto desempenho, pra não se tornar caricatura de si mesmo. Fazendo isso ganhará qualidade de vida. Querer reconquistar esse passado seria um retrocesso e o preço a ser pago será muito elevado. Serão muitas plásticas, muitos riscos e mesmo assim você verá que não ficou como outrora. A flor da idade ficou no pó da estrada. Então, para que se preocupar?! Guarda os bisturis e toca a vida.
Você sabe quem enche os consultórios dos cirurgiões plásticos? Os bonitos. Você nunca me verá por lá. Para o bonito, cada ruga que aparece é uma tragédia, para o feio ela é até bem vinda, quem sabe pode melhorar, ele ainda alimenta uma esperança. Os feios são mais felizes, mais despreocupados com a beleza, na verdade ela nunca lhes fez falta, utilizaram-se de outros atributos e recursos. Inclusive tem uns que melhoram na medida em que envelhecem. Para que se preocupar com as rugas, você demorou tanto para tê-las! Suas memórias estão salvas nelas. Não seja obcecado pelas aparências, livre-se das coisas superficiais. O negócio é zombar do corpo disforme e dos membros enfraquecidos.
Essa resistência em aceitar as leis da natureza acaba espalhando sofrimento por todos os cantos.
Advêm consequências desastrosas quando se busca a mocidade eterna, as infinitas paixões, os prazeres sutis e secretos, as loucas alegrias e os desenfreados prazeres. Isso se transforma numa dor que você não tem como aliviar e condena à ruína sua própria alma. Discreto, sem barulho ou alarde, aceite as imposições da natureza e viva a sua fase. Sofrer é tentar resgatar algo que deveria ter vivido e não viveu. Se não viveu na fase devida, o melhor a fazer é esquecer.
A causa do sofrimento está no apego, está em querer que dure o que não foi feito para durar. É viver uma fase que não é mais sua. Tente controlar essas emoções destrutivas e os impulsos mais sombrios. Isso pode sufocar a vida e esvaziá-la de sentido. Não dê ouvidos a isso, temos a tentação de enfrentar crises sem o menor fundamento. Sua mente estará sempre em conflito se ela se sentir insegura.
A vida é o que importa.
Concentre-se nisso.
A sabedoria consiste em aceitar nossos limites.
Você não tem de experimentar todas as coisas, passar por todas as estradas e conhecer todas as cidades. Isso é loucura, é exagero.
Faça o que pode ser feito com o que está disponível.
Quer um conselho?
Esqueça. Para o seu bem, esqueça o que passou.
Tem tantas coisas interessantes para se viver na fase em que está.
Coisas do passado não te pertencem mais. Se você tem esposa e filhos, experimente vivenciar algo que ainda não viveram juntos, faça a festa, celebre a vida, agora você tem mais tempo, aproveite essa disponibilidade e desfrute.
Aceitando ou não, o processo vai continuar.
Assuma viver com dignidade e nobreza a partir de agora. Nada nos pertence.
Tive um aluno com 60 anos de idade que nunca havia saído de Belo Horizonte.
Não posso dizer que, pelo fato de conhecer grande parte do Brasil, sou mais feliz que ele. Muito pelo contrário, parecia exatamente o oposto.
O que importa é o que está dentro de nós, a velha máxima continua atual como nunca:
“quem tem muito dentro precisa ter pouco fora”.
Esse é o segredo de uma boa vida.
bjs
Meus
Pintar é uma
atividade que todos fizemos alguma vez na vida. Quando somos pequenos, pintar é
muito importante, pois é uma forma de expressão e comunicação, ás vezes em
idades em que nem temos linguagem oral.
Autores de todas
as épocas, países, culturas e classes sociais tem agraciado a humanidade com
suas obras, mostrando o que acreditam, o que querem, sua forma de ver a vida, e
constituindo assim a pintura como uma das grandes artes.
E você? Pinta?
Utiliza a pintura como meio de expressão? Ou somente pinta por prazer? Você
sabia que pintar também traz benefícios para nossa saúde?
Benefícios
comunicativos
Pintar ajuda no
campo comunicativo, já que nos permite expressar de forma diferente o que
sentimos, o que queremos, nossa visão sobre algo, etc. Através da pintura
podemos manifestar múltiplos sentimentos, emoções e pensamentos.
Esta forma de
comunicação é especialmente relevante em pessoas com deficiências, que tenham
déficits na comunicação, em pessoas tímidas ou pessoas que não são capazes de
comunicar-se verbalmente de forma fluída e natural.
Benefícios motores
O uso de
diferentes utensílios necessários para pintar, como lápis, carvão ou pincéis,
ajuda a desenvolver a motricidade fina, especialmente nas crianças. O manejo
das mãos vai se aperfeiçoando à medida que se trabalha esta capacidade. Nos
adultos, a motricidade fina se reforça.
Benefícios no
cérebro
Nosso cérebro
intervém ativamente na atividade de pintar. O hemisfério esquerdo de nosso
cérebro, responsável pelas tarefas lógicas, está presente, assim como o
hemisfério direito, responsável pela criatividade e a imaginação. Por isso,
quando pintamos, estamos trabalhando com o cérebro e desenvolvemos sua
capacidade.
Benefícios para
nossa saúde mental
Nossa saúde mental
é claramente beneficiada pela pintura. Por um lado, a pintura favorece a concentração,
e nos ajuda a adquiri-la, já que quando pintamos devemos estar centrados no que
queremos transmitir, e não em outras coisas.
Além de nos ajudar
a tirar da cabeça problemas e situações difíceis que podemos estar vivendo,
enquanto fazemos algo relaxante e que nos permite ir a nosso ritmo e realizar
composições livres.
Benefícios para
nosso prazer e diversão
A pintura é algo
que podemos fazer em companhia de outras pessoas, favorecendo assim relações de
amizade pois passamos um bom tempo com nossos amigos. É uma forma de estarmos
dispostos, tranquilos, trabalhando com nosso cérebro e nos divertindo ao mesmo
tempo.
Legal, né?
Sogras vs Noras uma convivência mais que possível...;)
Posted by: Rose Porciuncula in de euzinha pra vcs, saiu por aí
As
10 regras de comportamento IDEAL para as NORAS;
1)
Estipule um dia da semana para ser o “dia da vovó”! Isso vai “acalmar as
sogras” que vão se sentir seguras de que terão um tempo com seus netos. Esse
dia pode ser na sua casa ou na casa dela. Acho superimportante a relação entre
vovós e netos e não podemos jamais tirar essa experiência de nossos filhos,
certo? Aproveite esse dia para ter um tempo só seu e fazer suas coisas com
tranquilidade… Acredite, seu filho voltará inteiro!
2)
Não envolva seu marido em todas as discussões, tente resolver os problemas
diretamente com sua sogra! Isso mostrará maturidade da sua parte e, com
certeza, ela passará a lhe respeitar mais. Entenda que seu marido está em uma
situação complicada: “O homem fica no meio de dois pólos importantíssimos de
sua vida, a mulher que ele escolheu e a mãe. Nenhuma pode, em absoluto, ocupar
o lugar da outra, isso não existe e quando se aceita essa condição tudo se
torna mais fácil. Se o respeito predominar e cada uma respeitar o espaço da
outra esses dois pólos não precisarão ser opostos e sim complementares.”
(citação do site Agir e Pensar)
3)
Esforce-se para ter uma boa relação! Não tem nada pior do que uma nora em casa
de cara fechada e emburrada! Lembre-se que, antes de casar, certamente você se
esforçava mais para “agradar” sua sogra, não é mesmo?
4)
Tente ser coerente nas proibições. As mesmas proibições e regras para sua sogra
deverão valer para sua mãe também! Descobri que o que mais incomoda as sogras
são as diferenças de direitos entre as duas vovós!
5)
Chame sua sogra para uma conversa franca e de coração aberto para melhorar a
relação: se estiver com algum problema, não finja que nada está acontecendo!
Tente falar o que incomoda em uma única conversa, de forma “delicada” e, de
preferência, longe dos outros. Chame-a para um café, só vocês duas. De forma
madura, junte todos os pontos que a incomodam… Mostre-se desarmada e diga que
quer o melhor para a família dela e sua!
6)
Confie na sua sogra! Ela tem seus méritos, afinal soube criar muito bem o filho
dela que você escolheu para ser seu marido, certo? Se ela te der algum
“conselho de mãe”, esteja aberta e acredite na experiência dela.
7)
Não entre em competição explícita com sua sogra. Nunca peça para seu marido
escolher entre as “duas famílias”. Lembre-se que sua sogra conviveu com o filho
muito mais do que qualquer pessoa, por isso, nem pense em tentar afastar o
filho da mãe. Isso nunca funciona!
8)
Intimidade com ressalvas! A intimidade do casal deve ser preservada acima de
tudo. Se você dá intimidade, também concede liberdade para que ela entre em sua
vida!
9)
Reserve (um pouco) do seu tempo para ela: se ela valoriza “mostrar os netos
para as amigas”, por exemplo, faça-o de vez em quando. Participe um pouco da
vida dela (esporadicamente e na medida do possível) ou mostre interesse.
10)
Deixe as regras claras: informe os horários, rotina, cardápios e vontades do
seu filho de forma clara! Quanto mais claras as regras estiverem, melhor para
todo mundo! Não ache que alguns temas ou assuntos são óbvios, pois cada um tem
sua forma de ver e viver a vida!
;)
Não vamos deixar as sogras de lado nessa... então;
As
10 regras de comportamento IDEAL para as SOGRAS:
1)
Independentemente da intimidade que você tenha na casa de seu filho, é
importante sempre ligar antes de qualquer visita. Lembre-se: ligações antes das
8h ou depois das 22h são inconvenientes para casa com crianças!
2)
Dê preferência para as visitas no período do dia, pois a noite é a hora do
jantar, do banho e do sono e, com certeza, uma visita neste horário irá
atrapalhar toda a rotina do bebê. É legal, também, ligar antes da visita para
ver se estão precisando de algo como fraldas, comidinhas ou qualquer outra
coisa do tipo. Não visite a casa do seu filho apenas para ver o neto, pelo
menos disfarce!!
3)
Arrume sua casa para seus netos! Quanto mais aconchegante a “casa da vovó”
estiver, maior a vontade deles de lhe fazer uma visita. Tenha brinquedos, berço
(se possível), comidinhas para crianças etc. Toda mãe gosta de ver seu filho
bem recebido!
4)
Quando estiver tomando conta dos netos, dê 100% de atenção para eles. As mamães
(principalmente as de 1º viagem) ficam bem inseguras em deixar os filhos para
outras pessoas cuidarem, então transmita a segurança que ela pode contar com
você! “Devolva” o neto limpinho, se preocupe com os horários corretos da rotina
dele, tenha atenção absoluta quando ele estiver brincando. Dedique-se 100% à
ele enquanto estiver sob sua responsabilidade.
5)
Respeite a rotina e hábitos de seus netos: não interfira na educação que sua
nora quer transmitir, respeite os horários estipulados e, principalmente, a
alimentação. Se a mãe não quer dar chocolate ou fritura (por exemplo), não é
para insistir e nem julgar!
6)
Não tente tirar informações com as babás! Algumas amigas me disseram que as
sogras fazem isso!! Rsrsrs… Acredite que, independentemente do assunto, ela
contará tudo para sua nora, por mais discreta que tenha sido a pergunta!
7)
Dê um tempo para que eles possam sentir sua falta! Por mais legal que seja a
relação entre sogras, noras e netos, ninguém gosta de visitas TODOS OS DIAS…
Tenha bom senso! Dê espaço para não ser uma intrusa no dia a dia da família de
seu filho!
8)
Você também já foi mãe de primeira viagem e, com certeza, cometeu erros! Deixe
sua nora errar e aprender com os erros dela, não é legal você interferir em
todos os assuntos! Esteja pronta para ajudar sempre que ela solicitar ajuda,
caso contrário, contenha-se!
9)
Acredite: sua nora é sim capaz de ser uma boa esposa, mãe e dona de casa! Se o
seu estilo de vida for muito diferente do estilo de vida de seu filho e nora,
não interfira! Não é por que seu filho foi criado de uma forma (com a sua
educação) que ele não é capaz de (ou até prefira) viver de outra forma! Não
tente incluir seu estilo de cuidar da casa ou de sua família o tempo todo.
Respeite o estilo de vida de cada um!
10)
Esteja disposta a melhorar a relação! Esforce-se para agradar e, apesar das
diferenças, respeite sempre sua nora! Seja franca em seus comentários e seja a mesma pessoa
na presença ou não do seu filho! Já ouvi histórias em que as sogras se
transformam quando estão sozinhas com as noras!!!
;)













