Bailey e Ellie um amor para se guardar no peito...  

Posted by: Rose Porciuncula in


Vou contar a história dos mais recentes e amados hospedes que roubaram meu coração.
Escrever às vezes não é fácil e nos tira sentimentos que preferiríamos esconder e guardar trancafiados dentro do peito em um lugar que ninguém possa ver ou imaginar,  nem nos mesmos. Escrever histórias e roteiros de ficção sempre é bem mais divertido.  

Só que hoje vou contar uma história real que se passou nessa ultima semana comigo, meu marido e dois lindos cãezinhos.

Na nossa rua temos um grupo no what´s app para possíveis acontecimentos da rua e para comunicados de interesse aos mesmos. A poucos metros de meu sítio tem um canil de reprodução de cães de raça.

Na manhã de segunda-feira dia 22/05 nossos cães estavam inquietos e os cães do tal canil também. Meu marido foi olhar o que estava acontecendo e viu os dois Schnauzers no meio da rua e me falou. Eu por minha vez entrei em contato no grupo tentando ver se alguém sabia de que eram.  Também mandei uma mensagem direta para o proprietário do tal canil que se encontrava no centro naquele momento e me prontifiquei a busca-los e abriga-los até a hora que ele voltasse. O fato é que se demorasse muito a resgata-los os ônibus ou até algum carro iria atropela-los, pois não saiam do meio da rua e o local é em uma curva.

Resgatamos e enviamos uma foto para o proprietário do tal canil que constatou  que os cães não eram dele e nem os conhecia. Mandei foto para a moça que faz banho o tosa dos cães do bairro que também nunca os tinha visto por aqui. Acabei abraçando a causa, como não poderia deixar de ser. Não os jogaria na rua novamente de forma alguma.
Aqui em casa temos 10 cães, devidamente alojados e há anos, sendo que entre eles temos 3 cães muito brabos da raça Rottweiler, nada sociáveis com outros animais. Tanto que um deles mora na casa, separado dos que ficam na parte isolada da casa guarnecendo a frente do sitio.

Todos acostumados com uma logística que levamos anos para acertar. Conseguir organizar cães territorialistas não é nada fácil. O fato é que se bobear temos briga entre eles. Na casa temos além da Rottweiler, o Pit Bull e o restante deles.  Em outra configuração se tornaria inviável, se um deles se mistura as brigas são garantidas.
Acomodar os dois cãezinhos foi mega difícil, mas arranjamos uma maneira, acomodando-os de dia na área da churrasqueira e a noite no galpão. Essa manutenção tomava tempo, mas valia a pena por que ambos eram uns amados. Como não poderia ser diferente em pouquíssimo tempo me apeguei muito aos dois.

Dei o nome a eles de Bailey e Ellie que acreditem ou não já atendiam.


Tentamos de tudo para encontrar os donos porque eu literalmente não me conformava alguém ter abandonado cães tão dóceis e encantadores. Fora o fato de estarem com a tosa em dia, quem abandonaria cães tosados, eu pensava. Já quanto à sujeira eu acreditava ser explicável, por estarem correndo no mato.

Tomei todas as atitudes possíveis. Coloquei anuncio nas redes sociais, procurei pelos donos nas casas próximas, até na televisão saiu, mas nada. Ninguém procurava por eles. Na quarta-feira a Ellie escapou e por pouco não parou na boca dos Rottweilers de baixo, foi uma correria, pegamos ela a tempo de não haver confusão, devido a esse fato resolvemos doa-los mesmo eu não querendo por motivo de segurança.


Continuava sem querer acreditar que alguém havia os abandonados. Desenvolvi uma afeição extrema com eles o que me fez não querer mais ficar longe deles. Decidida ficar com eles na esperança de nada de ruim acontecer na quinta-feira marquei banho, tosa e veterinário para o outro dia que seria sexta-feira. Nessa mesma noite de quinta-feira estava em uma reunião e resolvi oferecer os bichinhos para doação pensando no perigo que eles corriam eu continuava com medo de uma escapada inesperada de um deles. E não é que tinha um rapaz que tinha uma amiga que queria muito um cãozinho. 
Expliquei que teria que ser adoção dupla porque eram inseparáveis.  A conforme ele tal moça queria mesmo assim, era um sonho antigo dela.
Ficaram de vir pegar na sexta-feira  e eu resolvi que nós iriamos levar para ver se aprovaria a mesma e o local para a nova morada dos bichinhos. Cancelei veterinário e pet shop. 

Nessa mesma manhã o dono do canil citado no inicio me chamou no whats perguntando pelos cães e disse que o jardineiro dele estava lá e era o dono dos mesmos. Me passou o contato do jardineiro e da mulher dele. Fiquei feliz de mais, porque era o que mais queria. Nada como achar os verdadeiros donos.  Apesar de achar  bastante estranho um jardineiro ser o dono, morar em frente ao tal canil e ninguém conhecer os dois cachorrinhos Schnauzers, mas em fim longe de eu desconfiar do dito, ainda mais porque o mesmo chegou comentando que os bichinhos haviam fugido. O jardineiro não pertencia ao grupo de moradores da rua e por isso não ficou sabendo de todo o conteúdo na tentativa de achar os donos dos cãezinhos. Até aí tudo bem, mas o mesmo saiu de lá ao meio dia e não veio buscar os cães. Entrei em contato com a mulher dele que me disse que ele passaria a tarde e depois ficou para a noite e depois para outro dia.

Tudo muito estranho... Adoção a principio cancelada até eu falar com o possível dono.

Acabou marcando para o sábado na primeira hora da manhã. Chegou aqui por volta de 09h30min com uma coleirinha e abriu a caçamba do pick-up e iria colocar os bichinhos ali... (pensava que iria...Nem sob meu cadáver!)

Então o mesmo contou que trabalhava em uma casa em Cacupé e que a dona se mudou para um apartamento no centro e “não podia” levar os bichinhos junto e por esse motivo ele ficou cuidando deles. Como ele tinha alugado esse sitio aqui em Ratones fez um canil e trouxe esses coitadinhos para cá. Diz ele que isso faz seis meses, mas ouvimos o choro da Ellie há uns dois meses que creio ser o tempo que eles foram presos nesse canil.

Seus nomes eram Rocco com aproximadamente quatro aninhos e Lolla com aproximadamente seis aninhos.  Não eram nem mãe e filho e nem irmãos. Mas sim como já havia percebido amigos inseparáveis.

Ele por sua vez não esta mais morando no tal sitio porque sua mulher teve filho e foram para Ingleses até a criança ficar maiorzinha. Ou seja, os bichinhos voltariam para o canil e alguém às vezes viria trazer alimento e agua.
Ele falou por umas três vezes que o filho era a prioridade e que seria assim...

Então eu expliquei que tinha uma família interessada nos mesmo e que lá eles morariam dentro de casa como deveria ser e que seriam amados e mimados como crianças. E ele nos permitiu seguir com a doação.

Nesse momento entrei em contato com meu amigo que me passou os dados dos possíveis adotantes que estavam ansiosos era como receber os primeiros filhos deles, por isso e fui leva-los. Bailey e Ellie (Rocco e Lolla) haviam se afeiçoado a nós também e foi bem difícil deixa-los, pois não gostaram nada da ideia, ambos faziam coco sem parar coisa que aqui não fizeram aqui a adaptação foi imediata, mas acabamos os deixando lá. Ficaram meio perdidos sem entender porque estávamos os deixando lá...


O tempo todo nós pensamos no bem deles antes de qualquer outra coisa.
Deixei claro para os adotantes que se não se adaptassem nós os queríamos de volta.
Saí de lá aos prantos e ainda choro ao ver suas lembranças por aqui. Eles me enviam vídeos e fotos deles e dizem que estão se adaptando e que estão felizes.
Aprendi que nem tudo é preto ou branco, que tudo na vida tem suas nuances e por isso necessitamos ver sempre todos os lados de todas as situações sem julga-las ferrenhamente.

Meu coração diz que seriam mais felizes comigo, mas correriam o risco eminente de um dia serem pegos por um dos nossos cães brabos e isso nós não queríamos nem em pensamento. Então sofreremos nós, em prol da segurança deles.

É preciso querer o melhor para quem se ama. Amar é um ato que poucos sabem conjugar de forma correta...
Bailey e Ellie...Foi o amor que nos fez deixar vocês ir morar em outro lugar e é o amor que deixara vocês morando sempre dentro dos nossos corações.



PS 1: Não reli por motivos óbvios e por esse motivo pode ter erros no texto.


PS 2: As coisinhas deles vão ficar disponíveis  aqui por um tempo, para caso os adotantes se arrependam e me devolvam eles. (seria isso uma esperança?... no estilo ato falho?)

É preciso força e coragem para ser diferente.  

Posted by: Rose Porciuncula in , ,


Preconceito
Resolvi deixar um parecer meu a respeito do preconceito.

Nasci como qualquer um, livre de preconceitos e fui criada para ser preconceituosa, coisa que era normal aos mais antigos, pois tudo que era diferente fazia-se incompreensível aos olhos deles. (Até hoje ainda é assim) No entanto diferente do “normal”, sim porque o normal é se aprender o que nos é ensinado eu passei a questionar o preconceito.

Começou com uma amiguinha da escola que lembro o nome até hoje.
Neiva era uma menina negra e me adorava e eu a ela. Neiva ainda por cima era de uma classe social inferior a minha e para mim isso também não importava em nada. Ali aprendi que somos iguais, mesmo que o preconceito tente fazer com que isso seja diferente. Tá certo que eu era uma criança ainda, mas já entendia que o amor podia atravessar esse tipo de barreiras.

Na adolescência, tive mais amigos de varias classes sociais, bem como negros e também gays. E não consigo ver o que algum deles tem diferente de mim. Não é porque sou mulher e gosto de homens que isso me faz diferente das que gostam de mulher ou de homens que gostam de homens, ou seja, a preferencia sexual ou de forma a ser seguida por qualquer pessoa não nos faz diferente e nem melhor que qualquer uma delas nem em pensamento.

Meus amigos gays são até mais educados e confiáveis que a maioria dos heteros, não querendo generalizar, mas me parecem mais atenciosos na maior parte das vezes e creio ser porque para eles é difícil ter que atravessar tanto preconceito.

O meu dinheiro é igual ao dinheiro de qualquer pessoa, assim como o dinheiro do homem mais rico do mundo é igual ao meu. Todos tem o mesmo só uns fazem mais por ele e outro menos, uns sabem administrar melhor e se sobressaem, mas isso de forma alguma os torna diferentes. Claro que tem os que, não tem nenhum, entretanto o coração desses os torna iguaizinhos a todos nos. Em fim o resto é preconceito.
E o preconceito não se da só nisso... Cor da pele, etnia diferente, religião, classe social, escolha sexual...  O “tal” preconceito se da em inúmeros diferentes do “normal”!

O preconceito não passa de um conceito que criamos antes de saber o que aquilo realmente é. É um falso conceito sobre muitas coisas onde muitas vezes nos torna com a falsa imagem de superioridade para que isso justifique os atos maldosos que somos capazes de cometer por ele e quando isso acaba acontecendo nem pensamos nas consequências de tais atos.

Precisamos ver isso de uma forma mais clara e mudando a visão sobre isso tudo. A intolerância e o preconceito, isso sim faz pessoas diferentes. Pessoas que, a meu ver, são inferiores pela ignorância dos fatos.

Toda a vez que você se perceber preconceituoso com algo que não lhe parece “normal”, reavalie e procure se colocar no lugar dessa outra pessoa e ou nessa situação e permita que a vida que lhe fez preconceituoso passe a lhe transformar em alguém respeitoso. Sem duvidas o mundo agradece.

Eu aprendi a ser preconceituosa e a vida me fez respeitosa. Sim exatamente.  
Simples assim!

Bjus
Meus



Constelação Familiar Sistêmica: a Terapia que muda vidas!  

Posted by: Rose Porciuncula in ,

Constelação Familiar Sistêmica: a Terapia que muda vidas!


Bem eu penso que ajudar pessoas sempre faz bem seja de que forma for e como isso mudou minha vida, creio que quem ler na hora certa pode se beneficiar da mesma sorte que tive.

Quem já me conhece sabe. Eu tenho como missão diária agradecer por tudo que tenho e que conquisto, o meu pedido após agradecer consiste em poder ajudar alguém de alguma maneira.
Converso também com meu anjo da guarda para me reunir com pessoas que façam parte das coisas que quero e que desejo. Sim reunião de anjos existe e escuto sempre o que o meu tem a me dizer através das minhas intuições que não são poucas. Essa é a minha prece diária.

Como nada acontece por acaso se você esta lendo isso, certamente algo de bom vai tirar desse texto que me foi muito difícil escrever porque acho quase impossível explicar certas coisas que não tem nenhuma explicação.

Difícil entender? Bem eu também achei quando isso foi me apresentado de forma bem menos explicita do que a que vou TENTAR fazer.

Há algum tempo atrás em um dia 13 rsss (gosto deste numero porque sempre me trás sorte) recebi uma ligação de um investidor com o qual me reuni três dias depois(3 novamente). O detalhe é que atendi o telefonema e repassei as informações que por segurança não repasso nunca, só faço isso depois de investigar a pessoa que vai recebê-las, creio que minha intuição fez com que eu fizesse isso, coisa contraria ao habitual. Como não duvido nunca de minha intuição fiz tudo ao contrario do habitual... rsss

Bem nesse dia em que nos reunimos eu, ele e meu marido, parecíamos amigos de infância e nessas conversas ele nos apresentou a tal constelação familiar e disse que precisávamos ir conhecer de qualquer maneira e que para ele não só como advogado, mas como investidor era muito útil e usada sempre. A esposa dele advogada também havia mudado a vida indo a essas constelações... Em fim fiquei curiosa, mas receosa de não ser algo que me agradasse.
Na verdade achava aquilo meio surreal e continuo achando..rss
Entretanto surreal ou não mudou minha vida. E digo mais já começou a mudar desde a minha primeira participação no grupo. Não só a minha como a do meu marido.

Ok, vamos logo à explicação, vou tentar de minha forma explicar como funciona a Constelação Familiar Sistêmica

Vou me referir ao terapeuta no masculino, entretanto esse pode ser feminino que é o caso do que frequento.

Bem Constelação Familiar Sistêmica é uma terapia criada pelo psicanalista alemão Bert Hellinger, que ocorre de forma energética e fenomenológica.  A terapia acontece em um local onde haja espaço para um grupo de pessoas e sua movimentação conforma os impulsos. Há um terapeuta que comanda a sessão, que é chamada de Constelação. Muito pouco é falado pelo terapeuta. E menos ainda pela pessoa constelada que normalmente fica de fora observando os movimentos com uma prancheta na qual o terapeuta escreve quem é quem na tal constelação. A sessão ocorre em forma de movimentos que vem de impulsos: a energia surge do inconsciente do constelado e um grande fenômeno acontece.
O terapeuta coloca cada uma das pessoas que vão ajudar na constelação em um determinado ponto chave, no caso da que eu participo o local tem um tapete que determina um espaço onde tudo ira acontecer.

O terapeuta que por sua vez já sabe o tema, pois anteriormente ele faz uma consulta com a pessoa por constelar e já sabe o que tem a ser constelado e sabe o que ele esta em busca naquele momento de sua vida, ou de uma vida inteira. Esses são problemas de todo o tipo. Relacionamentos familiares ou amorosos, traumas, negócios em fim tudo.

A terapeuta no caso do local que frequento escolhe as pessoas que irão participar pela sua própria intuição, tem outros lugares que o próprio cliente escolhe alguém do grupo presente para representá-la. Seguindo após as pessoas escolhidas ou a pessoa depende do que esta sendo constelado, esse ou esses, se posiciona no espaço que se tem para a constelação, denominado como campo (geralmente uma grande sala vazia, no caso da que frequento como já disse tem um tapete e é rodeada de pessoas sentadas à sua volta). O constelado se senta e com suas anotações em uma prancheta observa o que vai acontecer. Em segundos, a pessoa ou pessoas que foram colocadas no campo como representantes começam a se movimentar. Estas pessoas simplesmente sentem vontade de agir de uma determinada forma e o fazem. Cada gesto tem um significado que é estudado pelo terapeuta ou facilitador.  Por sua vez o terapeuta pode ler, através desses gestos, os passos seguintes a serem executados. Mais pessoas vão sendo escolhidas, uma a uma, para representar a situação da pessoa constelada, em algumas vezes as próprias pessoas que estão no tapete chamam outras pessoas necessárias no caso sendo constelado.

Para cada caso um ou mais representantes que vão se seguindo sucessivamente, pais filhos, cônjuges, irmãos, etc... Tudo depende do tema abordado como já expliquei anteriormente. A ordem das representações é feita pelo terapeuta que escolhe os representantes. No caso do local que frequento e quem acaba sendo representado é sempre orientado pelo terapeuta. Dificilmente o próprio constelador participa da representação.

O que ocorre é que os participantes ou representantes, no campo magnético da constelação, acabam agindo como atores, atuando como os personagens da vida da pessoa constelada. É como se todos soubessem de tudo, mas na verdade não sabem absolutamente nada, nem do que se trata. Vão atuando conforme seus impulsos como se em um passe de mágica vão criando a cena exatamente como ela esta na vida do constelado. De repente se vê do nada pessoas rolando, chorando, gritando, dançando, fugindo, falando, como se tivesse existido ali um roteiro determinado anteriormente, algo criado e estudado minunciosamente da vida daquela pessoa que esta sendo constelada, coisas que nem ela mesmo consegue ver. É algo surreal. Não da para tentar entender com a lógica, eu diria que só se entende bem com o coração.

É algo tão real, que chega a parecer mágico.

Uma constelação pode durar muito ou pouco...
Pode ter quinze minutos, trinta minutos, uma hora, ou até mais que isso. Não existem regras, nem tão pouco tempo determinado. O que realmente existe é um movimento energético que todos sentem e o terapeuta, além de sentir, interpreta e guia quando se torna necessário. Tudo vai evoluindo e através dos acontecimentos mostrados pelos colaboradores e o constelado vê a sua própria vida passando pelos seus olhos, de forma que às vezes nem poderia imaginar, mas sob uma nova perspectiva. Passa a ver em um todo e de forma diferenciada do que via anteriormente.

A constelação familiar sistêmica leva sempre em consideração a importância de todos os membros da família. Ninguém nunca pode ser excluído. Entram todas as pessoas: Os pais, avós, irmãos, filhos e netos, cônjuges, ex-cônjuges, filhos adotados e quem mais pertencer ao núcleo familiar. E na constelação vão se alinhando e tomando os seus devidos lugares. Em caso de exclusão veem-se as consequências de tal ato no mesmo meio familiar.

Incrivelmente é possível descobrir segredos através de uma constelação familiar, uma vez que toda a verdade que cerca a vida de uma pessoa e de sua família está impregnada em seu inconsciente. E aí, então, manifesta-se. Por exemplo: pode existir, numa família, uma criança que foi adotada, que não é legítima, mas que não foi apresentada como tal. Numa constelação, esta informação se revela. Bem como outras como: Abortos espontâneos, ou não, sabidos ou não, gêmeos que não nasceram etc...

A constelação familiar é uma terapia intensa, surpreendente. Chega a ser chocante, tamanha a verdade que se vê e o pouco que se compreende em sua manifestação. Não apenas a pessoa constelada se beneficia, em sua sessão, mas todos os colaboradores que participam da terapia, pois acabam sempre sendo escolhidos energeticamente pelo inconsciente do constelado ou do seu facilitador, de forma que aquela pessoa sempre terá alguma identificação, em si mesma, com o que virá a representar no campo. Esta também se beneficia: curando-se.


Segundo Bert Hellinger, não devemos de maneira alguma tentar entender o que acontece numa constelação. Quando se tenta compreender, de alguma forma interrompemos ou atrapalhamos a energia que está no comando da situação. Como seres humanos, confusos e tão pequenos, afirmo que é muito difícil ver tamanha manifestação e não tentar compreendê-la. Ficamos dias após constelar tentando entender o que não tem como.  Mas, aos poucos, aprendemos a apenas aceitá-la e a não mais entendê-la. Nesse momento tudo se transforma mais rapidamente.

Quando uma sessão acaba, pode ser que a mesma tenha indicado uma tarefa a ser realizada, como por exemplo: Acordar para um fato jamais visto ou percebido, ou uma conversa que deve ser feita com alguém sobre algo do passado e que transformou aquela relação em algo ruim. Ainda pode ser que nada mais precise ser feito. A energia liberada ali continua se manifestando. Acredite.  E as mensagens trocadas naquele momento agem como se realmente tivessem acontecido com as pessoas reais ali representadas. Novamente digo:
Não tente entender porque simplesmente acontece e ponto.

Bem quando eu fiz a minha primeira constelação, fiquei em estado de choque na hora e logo após fui falar com a moça que me representava para entender o que ela estava sentindo e o porquê ele agiu daquela forma. Passei dias remoendo tudo aquilo e meu marido por sua vez me disse que ao ver a constelação me viu e viu os meus exatamente da forma que era.

Por alguns dias tentei entender melhor o que era tudo aquilo e me perguntava o porque. Acabei descobrindo alguns segredos de mim mesma e dos demais que não via até então. Após duas semanas exatamente, comecei a perceber grandes mudanças em mim. Coisas que passaram a me deixar confusa como se estivesse passando por uma confusão mental. O mesmo ocorreu com as pessoas envolvidas em minha constelação, que por sua vez também haviam começado a mudar em relação a mim e às nossas questões.

Difícil realmente explicar, mas minha mudança foi tamanha, que eu passei a me desconhecer em muitas coisas e passei a gostar mais do que estava vendo. Tudo passou a fluir melhor, mais e mais de todas as formas.

Essas constelações que são um tipo de terapia. Pode ser feita regularmente, mas como a pessoa a ser constelada tem que se dar tempo ao tempo, literalmente, para não atropelar as coisas que vão se alinhando. Já como participante, pode-se, eu até diria deve-se participar sempre, por que além de ajudar esta operando em sua própria cura.

Aqui dou meu testemunho vivo que após entrar nesse mundo, vi mudanças que nunca, nem com toda a minha imaginação fértil havia sonhado. As voltas e reviravoltas mudaram minha vida rapidamente. Passei de um estagio de torpor a um estagio melhor de vida e de aceitação. O meu autoconhecimento floriu e a minha consciência de toda uma vida melhorou. Aprendi a aceitar pessoas como elas são e aceitar o meu lugar no sistema. Descobri que a minha resignação diante daquilo que não podia mudar tinha que ser de forma mais lucida para o que realmente é e não do que eu imaginava que deveria ser. A resignação e aceitação do que não se muda.

Acho que nada disso que tentei explicar nesse texto confuso, consegui explicar direito, porque desde o inicio deixei bem claro que não dava para explicar sem vivenciar a Constelação Familiar Sistêmica, mesmo assim tentei por que acho que todos deveriam saber mais da existência e do incrível poder desta viva terapia.
Indico a todos que, pelo menos uma vez na vida, tentem participar de uma sessão e ver o que acontece.
Bjs

Meus

Tudo passa, até nós passamos...  

Posted by: Rose Porciuncula in ,


E aí a vida passa e mal percebemos, porque é um jogo rápido, principalmente por não nos preocupamos com o tempo, quando se tem tempo. E então quando se chega numa fase da vida onde passamos a ter mais passado do que futuro, as coisas mudam e mudam muito.

Você passa a acreditar que realmente um dia vai morrer e que vai virar passado. Que nossa vida é feita de escolhas e que toda a escolha vai implicar em uma perda. São escolhas que fazemos. Às vezes acertamos e às vezes erramos sorte que tudo muda a todo instante e justo por isso se pode mudar uma escolha, pelo menos isso. Nós mudamos o tempo todo e isso não é opção e sim um fato.
Era mais fácil quando era ao contrario porque quando mais jovens somos destemidos, achamos que tudo “se pode” a ignorância nos faz inconsequentes e justamente essa ignorância das “reais” consequências que nos faz vivermos nos limites, ou até além dele.

Nessa fase da vida nos queremos crescer logo e assim quando crescemos queremos retornar a infância ou a juventude. Será que somos eternos insatisfeitos ou em cada fase de nossa vida perdemos a oportunidade de aproveitar o que realmente ela nos oferece por não percebermos o quanto vale cada momento?

Aproveitar e fazer dele um momento de plenitude, mesmo que isso implique em sentir medo, insegurança ou perceber que conforme o tempo passa nossos limites aumentam justo por que nossa sabedoria aumenta junto.

Nossa ignorância que nos tornava inconsequentes era de certa forma boa, porque vivemos a vida sem receios, entretanto a maturidade nos faz sermos mais atentos e cuidadosos, preservando justamente o que mais precisamos em toda essa jornada, “o tempo”...

Afinal tudo passa...! Eu vou passar você também vai.
Tomara que tenha um ”lá” que esse sim, só se saberá se dessa vida passarmos.

Rose Porciuncula



Ninfeias negras - Michel Bussi  

Posted by: Rose Porciuncula in


Jurei não fazer mais resenhas...
Lembram?
Só não posso deixar de dar dicas dos livros que gosto aqui, né?

Então... Aí vai uma dica apenas de um livro muito bom.
É muito bom mesmo, até porque fala de boa parte da história de Claude Monet.
E como a arte é meu forte, acabei simplesmente maravilhada pelo livro, que juntou um autor que gosto bastante, arte, suspense e uma parte da biografia de Monet.

Amei ler, super indico!

Bem... quase no final eu fiquei indignada ao saber quem era o assassino... Mas eu sabia quem era desde o inicio, entretanto claro que me indignei, principalmente por um ato em especial dele(a)...rsss

Mesmo assim dei 5 estrelas bem grandes!


bjks minhas

Arroz de Puta Pobre  

Posted by: Rose Porciuncula in , ,

Arroz de Puta Pobre (nossa que falta de respeito)

O Arroz de Puta Pobre (nossa que baita nome feio né), mas não fiquem alarmados não, segundo o Urbano que foi quem passou a receita é simplesmente delicioso e junto a receita vem a história do nome da mesma.

Bom Urbano antes de mais nada agradecendo a receitinha com todas as explicações - UM VERDADEIRO CHEF DE COZINHA -

"Arroz de puta pobre"? Que falta de respeito!

Também chamado de "Arroz de china pobre", é um prato muito simples preparado basicamente com arroz e lingüiça. (Não me peçam pra tirar o trema, pois eu me nego!)
Cabe lembrar que "china" sempre foi uma maneira carinhosa com a qual o gaúcho chamava a sua mulher. Com o passar das gerações e o evoluir da língua, que é um organismo vivo alimentado pelos usos e costumes do povo, "china" passou a significar "concubina" e, logo a seguir, "rameira, meretriz, prostituta". Não se assustem nem se sintam ofendidos com o nome, pois não é uma transgressão tão rara assim na culinária. Quem não conhece o famoso "sugo alla puttanesca" ou "molho à puttanesca"? O que vocês acham que significa? Vejam o que diz o Concise Oxford English Dictionary de 2004:

puttanesca: adjective denoting a pasta sauce of tomatoes, garlic, olives, anchovies, etc.
Ital., from puttana 'prostitute' (the sauce is said to have been devised by prostitutes as one which could be cooked quickly between clients' visits).


Ou seja, em tradução mais ou menos livre, "o molho teria sido criado por prostitutas para ser um acompanhamento que poderia ser cozido rapidamente entre um cliente e outro".
Aqui, a receita para quem estiver interessado:

Os ingredientes para o sugo alla puttanesca são relativamente fáceis de obter (para quem mora no mediterrâneo). Coloca-se azeite extra-virgem numa frigideira. Adiciona-se alho finamente cortado (às vezes com cebola), peperoncino (um tipo de pimentão picante seco) e filetes de anchovas esmagados. Podem também juntar-se atum e cogumelos para enriquecer o sabor. Juntam-se os tomates e quando o molho ferve juntam-se as alcaparras picadas e as azeitonas pretas. A seguir procede-se à redução do molho sob fogo forte. Para terminar pode-se agregar salsa ou manjericão picados.

De volta ao nosso "arrozinho da desprovida mulher da difícil vida fácil", acredito que o prato tenha surgido não só pela rapidez do preparo, mas principalmente pelo baixo custo na remota época em que foi criado, pois era mais barato comprar lingüiça do que charque (carne-de-sol, para quem não sabe). Sendo assim, o arroz de puta pobre nada mais é do que um carreteiro feito com lingüiça. Sem mais delongas, a receita:


Arroz de puta pobre

Ingredientes

(para 4 porções)


200 g arroz

400 g lingüiça calabresa grossa

1 cebola média

1 dente de alho

3 xícaras de água


Modo de preparo:

Numa panela de ferro, com um fio do óleo da sua preferência, fritar a cebola e o alho bem picados, até dourar. Acrescentar a linguiça cortada em rodelas grossas, mexer e deixar fritar. Quando dourar, acrescentar o arroz previamente lavado e escorrido. Fritar mais um pouco, cobrir com água até dois dedos acima do arroz. Cuidado! Neste momento, todo mundo quer colocar a famosa pitadinha de sal. Não podemos esquecer que a linguiça calabresa, além de apimentada, é bem salgada!

É melhor mexer tudo e provar antes de decidir se precisa ou não de mais sal (eu nunca ponho). Resolvido este impasse, é só fechar a tampa da panela e cozinhar até reduzir a água e o arroz ficar no ponto. Se quiserem mais molhadinho, como é o costume aqui no sul, só é preciso colocar mais água e deixar cozinhando um pouco mais.

Vai do gosto do freguês!


Só isso???

Retirado das receitinhas e dicas da vovó Rô.
A propósito... Meu pai era craque nesse arroz, alias acho que essa é uma receita que agrada por de mais aos homens que a fazem com maestria... porque sera?
rsss

Planners: Glossário, tamanhos de páginas.  

Posted by: Rose Porciuncula


Guia rápido para tirar dúvidas dos tamanhos dos adesivos.
Abaixo estão às medidas de alguns.

Adesivos para Planner HAPPY PLANNER 2016 – 2017

Medidas das caixas das páginas do planejamento semanal.

Caixa inteira ou Full Box - 3.85 X 6.35 cm
Meia caixa ou Half Box - 3.85 X 3.175 cm
1/4 da caixa ou 1/4 box - 3.85 X 1.58 cm

Washi tape grande - 15.35 cm X 0.6 cm
Washi tape pequena - 11.45 cm X 0.6 cm

Adesivos para Planner Erin Condren

Caixa inteira ou Full Box - 3.81 X 4.826 cm
Meia caixa ou Half box - 3.81 X 2.413 cm
1/4 da caixa ou 1.4 box - 3.81 X 2.413 cm

Washi menor parte debaixo da página - 12.065 X 3.81 cm
Washi maior parte debaixo da outra página - 16.192 X 3.81 cm
Títulos ou headers - 3.81 X 0.635 cm

Planner Personal - 9.5 X17.1 cm

Adesivos para BIG Happy Planner

Caixa inteira ou Full box - 4.6 X 7.2 cm
Meia caixa ou Half box - 4.6 X 3.6 cm
1/4 da caixa ou 1/4 box - 4.6 X 1.8 cm

Banner do final de semana ou escrito - 9.3 cm de comprimento

Washi grande - 18.0 X 0.6 cm ou duas de 9 cm de comprimento
Washi pequena - 14.0 X 0.6 cm

Títulos ou headers - 4.6 X 0.5 cm

Glossário:

Bujo: Bullet Journal: modelo de organização.

Planner: é um tipo de agenda, mas toda personalizável! Então você consegue colocar as coisas que mais usa, tirar as inúteis e moldar de acordo com o que você precisa/gosta. Colocar parte pra faculdade, blog, livros, séries… etc

Argolado: Sistema usado em um tipo de planner, normalmente com 6 argolas, onde elas se abrem para colocar/tirar as folhas tornando tudo personalizável.

Discbound: Sistema de discos usado no Happy Planner e outros do tipo. As folhas são presas nesses discos e também dá para colocar/tirar as folhas. Precisa de furador específico. Também é chamado de sistema arc.

Sistema Arc: Caderno ou planner com sistema de discos com furacão especifica; O Happy Planner tem esse sistema e também o caderno Staples.

Chronodex, Spiraldex : outro método de organização visual baseado em horário.

GTD: Getting Things Done: Sistema de organização.

Diy Fish: método de organização com inserts específicos

Divisórias: como o nome diz, são separadores. Geralmente folhas plastificadas, ou mais durinhas que tem uma aba, e separam os assuntos do planner;

Dashboard: É a capa de entrada do planner, a primeira folha logo que abre o planner. 

Washi tape: são fitas decorativas feitas de papel de arroz. Esse tipo de fita você pode colocar e recolocar varias vezes, e geralmente não danificam o papel, consegue rasga-las com facilidade, sem precisar de uma tesoura ( são mais caras que as decotapes ou papertapes). 

Paper tapes: fitas de papel decorativas, nao possuem o mesmo acabamento das washitapes, mas geralmente tb são recolocáveis e rasgam manualmente;

Deco tapes: são fitas plásticas decorativas, como um durex, elas não são recolocáveis, uma vez q vc colocou no planner, vc não consegue retira-las sem rasgar o papel. ( Sao mais baratas que as washitapes e papertapes);

Inserts: É tudo o que vai dentro do planner, desde as divisórias, ao diário semanal, mensal, etc (o miolo do planner). 

Memory Planner: É um planner onde você registra memórias e coloca fotos, faz journalling, etc…

Journal: é um espaço que você utiliza pra registrar memórias ou colocar seus sentimentos no papel, desenvolver seu lado artístico, fazer doodles… não existem regras pro journaling. É uma plataforma que te permite fazer e criar o que você quiser no papel e deixar sua imaginação fluir. Por exemplo, se vc está triste, vc pode expressar esse sentimento em forma de frases, pensamentos, uma letra de musica ou um desenho… você esta fazendo journaling. Se vc foi viajar e quiser colocar memórias dessa viagem no papel, também está fazendo journaling. Um journal pode ser um caderno, um travel notebook, um planner, qualquer plataforma que sirva pra que você se expresse, coloque ideias, memórias, metas, etc.

Midori, Fauxdori, Deiadori: São os famosos travel notebooks, eles possuem uma capa de couro ou outro material, onde você coloca inserts de papel dentro (geralmente  folhas de papel em branco e as dobra pra ficar no formato de um caderno), esses inserts sao removíveis e presos com um elástico. É muito utilizado pra journaling, algumas pessoas também usam como planner. 

Printables: São materiais para o planner para você imprimir em casa. 

Tabs: São as abas das divisórias. 

Post it: Marca. Folhinhas com cola atrás que podem ser recolocadas. Existem diversas marcas, tamanhos e formatos. A marca “Post it” é a mais conhecida.

RAK: sigla em inglês que significa Random Act of Kindness, traduzindo: Ato aleatório de bondade, significa quando você envia algo pra uma pessoa por generosidade, sem esperar nada em troca.

Freebie: Imprimível disponibilizado de graça.

Smash Book: É tipo um diário cheio de páginas de scrap muito usado para fazer journal. 

A5/Personal/Pocket: são tamanhos de planner. Saiba mais sobre tamanhos aqui.

Scrapbook: é uma terminologia em inglês para definir um livro com recortes, é, entretanto uma técnica de personalizar álbuns de fotografias ou agendas com recortes de fotos, convites, papel de balas e qualquer outro material que possa ser colado e guardado no interior de um livro.

Separador - 1dd


Abreviações:

HP - Happy Planner
HS - Heidi Swapp
SC - Studio Calico
EC - Erin Condren
ECLP - Erin Condren Life Planner
CC - Color Crush
CD - Carpe Diem da Simple Stories
VEP - Viciados Em Planners
TN - Traveler Notebook
WP - Webster pages
MAMBI - Me and my big ideas (marca do Happy Planner)
BUJO - Bullet Journal
Separador - 1dd

Quanto ao tipo de inserts:

D1P - Day in one page ( um dia por página)
W1P - Week in one Page ( uma semana por página)

W2P - (mais comum) Week in 2 Pages (uma semana em 2 páginas)

Não fico mais com Raiva....  

Posted by: Rose Porciuncula in


NÃO FICO MAIS COM RAIVA: SÓ OLHO, PENSO E ME AFASTO

Para ter força para lidar com situações complicadas devemos aprender a tomar uma certa distância emocional, a questionar o que se apresenta para nós e a pensar antes de tomar qualquer decisão. Como com tudo na vida, para aprender isso é necessário tempo e experiência, muita experiência.

Assim, podemos dizer que a distância emocional é uma regra implícita que nos permite ver e sentir as coisas de uma outra maneira, pois damos tempo para que as emoções como a raiva percam força e podemos então entender melhor nossos sentimentos, os quais nos permitem compreender com mais clareza o que pensamos e como queremos realmente agir.

Ou seja, fazer isso, se distanciar, serve para lidar melhor com nossas emoções e assim conseguir coerência entre nossas opiniões e nossas ações sobre um tema determinado, como por exemplo as atitudes de uma pessoa.


Como se distanciar emocionalmente de uma situação?
Agora, como fazer isso? Como se distanciar emocionalmente de uma situação? Essa resposta não tem uma fórmula mágica, pois depende de muitos fatores pessoais e circunstanciais, assim como fatores relacionais.

Há pessoas às quais damos enorme importância, e nos distanciarmos das emoções que temos quando estamos com elas é, sem dúvida, uma das tarefas mais complicadas que temos que concluir na hora de montar o quebra-cabeça para compreender o que está acontecendo.

Mesmo assim, e mesmo considerando que não temos uma receita perfeita que nos leve a tomar a distância ideal do melhor modo possível, podemos destacar a maior parte dos ingredientes que acabam nos faltando para conseguirmos nos distanciaremocionalmente nas situações mais difíceis para nós.

“Conforme já falamos, é indispensável que respeitemos o tempo, pois tempo é necessário para vermos mais nitidamente nossas emoções. Metaforicamente, podemos ilustrar essa questão com as cores dos semáforos: vermelho, amarelo e verde.”


Diante de uma afronta, provavelmente a luz amarela pisca para rapidamente passar ao vermelho. Ou seja, quando somos invadidos, por exemplo, pela raiva, pela tristeza, pela alegria ou por qualquer outra emoção, nosso semáforo rapidamente se torna vermelho, e nesse momento não devemos tomar decisões.

Com o semáforo vermelho devemos frear nossa reação emocional e esperar um tempo para compreender exatamente o que pensamos, sentimos e o que vamos fazer.

Observe, olhe e afaste-se se for necessário, mas não tome decisões permanentes a partir de emoções que são temporárias, ainda que tenha vontade de dizer muitas coisas em determinadas situações ou de gritar, você pode se manchar para sempre. Dê tempo para que suas emoções se estabilizem novamente, vá dar um passeio, pinte um desenho ou deixe passar uns dias antes de decidir e lidar com a situação ou pessoa que te irritou ou entristeceu.

Quando o tempo passa algumas coisas simplesmente deixam de ter importância, e alguns detalhes que antes eram angustiantes passam a ser amenidades que relativizamos e aceitamos como inerentes às circunstâncias.

Digamos que é graças ao tempo que nos afastamos e deixamos de reagir com intensidade emocional, evitando gerar decepções, expectativas e traições. Conseguir, enfim, não ser controlado por nossas emoções é possível, mas é uma habilidade que se aprende somente com a prática.


A bússola interna, um grande benefício ganho com a distância emocional
No momento em que conseguimos criar uma distância emocional perante uma situação, podemos escutar o que diz a nossa bússola interna que nos dá intuições sobre o que está bem e o que está mal. Essas intuições muitas vezes são certas, posto que se baseiam nos nossos sentimentos, muito mais duradouros que nossas emoções.

Então, as decisões que tomamos a respeito dos demais e do que aconteceu serão muito melhores e mais coerentes com o que sentimos e pensamos verdadeiramente. Aqui podemos saber o que merece atenção e o que pode ser ignorado, fomentando um sentimento bom e impedindo que soframos por aquelas coisas que não podemos controlar.


Resumidamente, é muito importante que diante de situações complicadas ou com muita carga e intensidade emocional criemos uma distância, pois assim teremos sucesso em ver que os aspectos mais passageiros de nossas emoções nos confundem, e então não nos arrependeremos de agir de uma ou outra forma.

Gostei por isso postei!
bjs
meus

Magnifico!  

Posted by: Rose Porciuncula

O Ser humano...  

Posted by: Rose Porciuncula in ,


O Ser humano é estranho

Briga com os vivos, e leva flores para os mortos;
Lança os vivos na sarjeta, e pede um “bom lugar para os mortos”;
Se afasta dos vivos, e se agarra desesperados quando estes morrem;
Fica anos sem conversar com um vivo, e se desculpa, faz homenagens, quando este morre;
Não tem tempo para visitar o vivo, mas tem o dia todo para ir ao velório do morto;
Critica, fala mal, ofende o vivo, mas o santifica quando este morre;
Não liga, não abraça, não se importam com os vivos, mas se autoflagelam quando estes morrem…
Aos olhos cegos do homem, o valor do ser humano está na sua morte, e não na sua vida.
É bom repensarmos isto, enquanto estamos vivos!


Papa Francisco

Dica:
Aproveitem os VIVOS!

Vender textos para serem usados com pseudônimos ou sei lá onde ...  

Posted by: Rose Porciuncula in


Achei que nunca faria isso, mas chegou um dia em que alguém me fez a oferta tentadora de comprar todos os meus textos, bons ou ruins, na verdade essa foi a melhor parte. Rsss
Escrevo sobre tudo que me vem na cabeça. Bobagens, teorias, sentimentos, pensamentos, politica, ambientalíssimo, absolutamente tudo até sobre meus desejos e anseios.
Então passei a escrever única e exclusivamente para esse tal editor que me leva todos os sentimentos e anseios. Todos os meus antigos desejos e novos e sem duvidas todos os meus desejos futuros também. Na verdade ele não é louco porque sempre leva no meio de muitos, alguns preciosos e isso deve ser rentável a ele. Só não sei se logo ou em longo prazo.
Na verdade depois de aceito isso passou a não me importar e passei a sentir um tipo de responsabilidade em escrever. Afinal estava empregada depois dos cinquenta para fazer o que faço sem ser remunerada.
Um grande escritor disse:
Mais vale uma pagina cheia de bobagens que uma vazia...
Então escrevo.
Eu tinha parado depois de iniciar o terceiro livro e retornei depois disso com minhas crônicas que falam de tudo e de nada.
Afinal são paginas cheias seja do que for, são cheias e não vazias.
Se gosto...?
Ah sim eu gosto de falar e de escrever minhas teorias e pensamentos.
Alguns textos, terei a liberdade de postar porque me são permitidos, mas a grande maioria escrevo só para ele só para ele. Afinal esse passou a ser o meu trabalho.


Rose Porciuncula

Amor e os novos tempos.  

Posted by: Rose Porciuncula in ,


Os tempos são outros e tudo mudou. Muito pouco ficou do passado e nos resta muitas vezes ser nostálgico.
Acredito que entre tantas coisas o amor também mudou e como mudou, os tempos são outros para muita coisa.
Os novos tempos mudaram conceitos e com certeza fizeram com que as pessoas relaxassem na literalidade da palavra amor.
Muito mudou para o melhor, mas muito se perdeu nessa mudança.
Amar é tão especial e tão frágil que não entendo como a nova geração deixou isso de lado.
Hoje é comum os consertos que deixaram de ser feitos. Agora é simplesmente trocar a peça ou o objeto a ser consertado. Enquanto antes se dava um jeito de consertar tudo de qualquer forma, mesmo que fosse a base de gambiarras se consertava tudo ou quase tudo.
Com o amor não era diferente. As pessoas se reconciliavam, relevavam e consertavam de forma habilidosa os relacionamentos.
Hoje isso acabou...
Ficou para os mais antigos o verdadeiro amor, aquele que se conserta e se ajeita.
As novas relações têm durado cada vez menos e cada vez mais pessoas são trocadas por motivos absolutamente fúteis dos quais poderiam ser consertados com um pouco de compreensão e atitudes diferentes.
O pior disso é que essas mesmas pessoas que deixam de consertar, saem por ai a perguntar, como ter um casamento duradouro e feliz?
A receita é tão óbvia e tão sabida. O problema é que arrumar...Ahhh isso da muito mais trabalho do que trocar.

Pense nisso e seja feliz. 

Rose Porciuncula

Mude para ser feliz o tempo todo...  

Posted by: Rose Porciuncula in



Tudo depende de como você encara a vida!
Quando você escolhe encarar a vida com alegria, entusiasmo e gratidão tudo muda.
No momento que você abre os olhos pela manhã deve agradecer por mais um dia e pedir para ser guiado em cada passo, ato ou palavra. Nesse exato momento que você escolhe o que vai acontecer nesse dia.
Eu escolho sempre fazer dele um dia absolutamente extraordinário independente do que aconteça. Sim exatamente isso...
Quando você encara a vida com positivismo, até o que não deu certo é motivo de comemoração, pois nada em nossas vidas acontece por acaso, pode ter certeza disso. Tudo o que acontece é por um motivo maior e sempre para o melhor. E com tudo de bom ou de ruim você aprende.
Tenha em mente sempre que o universo é poderoso e que está sempre cuidando de você.

Perceba que quando você muda tudo muda! 

Bjs
Rose Porciuncula

A Sorte de Saber Amar.  

Posted by: Rose Porciuncula in ,



A vida segue... mas com imensas cicatrizes que levaremos marcadas na alma.
A sorte de que quem ama muito é que vai amar sempre.
Quem fica teve sorte de ter tido...
Quem vai teve a sorte de ter passado....
Saudade é o preço cobrado por um amor que se viveu....
Saudade é o amor que fica.....................


Rose Porciuncula

"A vida é apenas um sopro que se vai com o vento..."  

Posted by: Rose Porciuncula in ,


"A vida é apenas um sopro que se vai com o vento..." :'(


Rose Porciuncula