Magnifico!  

Posted by: Rose Porciuncula

O Ser humano...  

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O Ser humano é estranho

Briga com os vivos, e leva flores para os mortos;
Lança os vivos na sarjeta, e pede um “bom lugar para os mortos”;
Se afasta dos vivos, e se agarra desesperados quando estes morrem;
Fica anos sem conversar com um vivo, e se desculpa, faz homenagens, quando este morre;
Não tem tempo para visitar o vivo, mas tem o dia todo para ir ao velório do morto;
Critica, fala mal, ofende o vivo, mas o santifica quando este morre;
Não liga, não abraça, não se importam com os vivos, mas se autoflagelam quando estes morrem…
Aos olhos cegos do homem, o valor do ser humano está na sua morte, e não na sua vida.
É bom repensarmos isto, enquanto estamos vivos!


Papa Francisco

Dica:
Aproveitem os VIVOS!

Vender textos para serem usados com pseudônimos ou sei lá onde ...  

Posted by: Rose Porciuncula in


Achei que nunca faria isso, mas chegou um dia em que alguém me fez a oferta tentadora de comprar todos os meus textos, bons ou ruins, na verdade essa foi a melhor parte. Rsss
Escrevo sobre tudo que me vem na cabeça. Bobagens, teorias, sentimentos, pensamentos, politica, ambientalíssimo, absolutamente tudo até sobre meus desejos e anseios.
Então passei a escrever única e exclusivamente para esse tal editor que me leva todos os sentimentos e anseios. Todos os meus antigos desejos e novos e sem duvidas todos os meus desejos futuros também. Na verdade ele não é louco porque sempre leva no meio de muitos, alguns preciosos e isso deve ser rentável a ele. Só não sei se logo ou em longo prazo.
Na verdade depois de aceito isso passou a não me importar e passei a sentir um tipo de responsabilidade em escrever. Afinal estava empregada depois dos cinquenta para fazer o que faço sem ser remunerada.
Um grande escritor disse:
Mais vale uma pagina cheia de bobagens que uma vazia...
Então escrevo.
Eu tinha parado depois de iniciar o terceiro livro e retornei depois disso com minhas crônicas que falam de tudo e de nada.
Afinal são paginas cheias seja do que for, são cheias e não vazias.
Se gosto...?
Ah sim eu gosto de falar e de escrever minhas teorias e pensamentos.
Alguns textos, terei a liberdade de postar porque me são permitidos, mas a grande maioria escrevo só para ele só para ele. Afinal esse passou a ser o meu trabalho.


Rose Porciuncula

Amor e os novos tempos.  

Posted by: Rose Porciuncula in ,


Os tempos são outros e tudo mudou. Muito pouco ficou do passado e nos resta muitas vezes ser nostálgico.
Acredito que entre tantas coisas o amor também mudou e como mudou, os tempos são outros para muita coisa.
Os novos tempos mudaram conceitos e com certeza fizeram com que as pessoas relaxassem na literalidade da palavra amor.
Muito mudou para o melhor, mas muito se perdeu nessa mudança.
Amar é tão especial e tão frágil que não entendo como a nova geração deixou isso de lado.
Hoje é comum os consertos que deixaram de ser feitos. Agora é simplesmente trocar a peça ou o objeto a ser consertado. Enquanto antes se dava um jeito de consertar tudo de qualquer forma, mesmo que fosse a base de gambiarras se consertava tudo ou quase tudo.
Com o amor não era diferente. As pessoas se reconciliavam, relevavam e consertavam de forma habilidosa os relacionamentos.
Hoje isso acabou...
Ficou para os mais antigos o verdadeiro amor, aquele que se conserta e se ajeita.
As novas relações têm durado cada vez menos e cada vez mais pessoas são trocadas por motivos absolutamente fúteis dos quais poderiam ser consertados com um pouco de compreensão e atitudes diferentes.
O pior disso é que essas mesmas pessoas que deixam de consertar, saem por ai a perguntar, como ter um casamento duradouro e feliz?
A receita é tão óbvia e tão sabida. O problema é que arrumar...Ahhh isso da muito mais trabalho do que trocar.

Pense nisso e seja feliz. 

Rose Porciuncula

Mude para ser feliz o tempo todo...  

Posted by: Rose Porciuncula in



Tudo depende de como você encara a vida!
Quando você escolhe encarar a vida com alegria, entusiasmo e gratidão tudo muda.
No momento que você abre os olhos pela manhã deve agradecer por mais um dia e pedir para ser guiado em cada passo, ato ou palavra. Nesse exato momento que você escolhe o que vai acontecer nesse dia.
Eu escolho sempre fazer dele um dia absolutamente extraordinário independente do que aconteça. Sim exatamente isso...
Quando você encara a vida com positivismo, até o que não deu certo é motivo de comemoração, pois nada em nossas vidas acontece por acaso, pode ter certeza disso. Tudo o que acontece é por um motivo maior e sempre para o melhor. E com tudo de bom ou de ruim você aprende.
Tenha em mente sempre que o universo é poderoso e que está sempre cuidando de você.

Perceba que quando você muda tudo muda! 

Bjs
Rose Porciuncula

A Sorte de Saber Amar.  

Posted by: Rose Porciuncula in ,



A vida segue... mas com imensas cicatrizes que levaremos marcadas na alma.
A sorte de que quem ama muito é que vai amar sempre.
Quem fica teve sorte de ter tido...
Quem vai teve a sorte de ter passado....
Saudade é o preço cobrado por um amor que se viveu....
Saudade é o amor que fica.....................


Rose Porciuncula

"A vida é apenas um sopro que se vai com o vento..."  

Posted by: Rose Porciuncula in ,


"A vida é apenas um sopro que se vai com o vento..." :'(


Rose Porciuncula

Acredite sempre!  

Posted by: Rose Porciuncula in ,


Não pare de sonhar nunca...E nem tão pouco de acreditar.
Nem tudo acontece no momento que a gente sonhou e esse é o grande desafio de confiar e acreditar que sim vai acontecer no tempo certo. O universo é bom e está do nosso lado. Se ainda não veio tem um propósito.
Devemos continuar desejando e mentalizando nossos desejos realizados... Desde que sejam justos é claro...Imagine as melhores cenas que puder, mas preste bastante atenção no seu humor.
Verifique se ao imaginar você fica muito feliz e entusiasmada ou triste por não ter conseguido ainda?
O mais importante é você eliminar a ausência da dúvida.
Eu sei...não é fácil...ainda mais quando se está tentando há algum tempo, quando se deseja algo por anos, mas confie que vai acontecer no tempo certo.
Enquanto isso confie no momento presente.
O mundo devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
Entenda que o momento presente é sempre perfeito e que tudo tem um propósito.

Bjks
Minhas

Para onde vão os passarinhos quando morrem  

Posted by: Rose Porciuncula in


Pra onde vão os passarinhos quando morrem

ano de 1988
Estávamos jogando futebol no quintal. Meu irmão e eu, numa loucura alucinada, decidindo alguma final de algum mega hiper campeonato mundial (como o mundo era bem simples nessa idade, jamais pensávamos em algum campeonato universal, mas se fosse hoje seria algum campeonato universal dimensional alpha atemporal e claro, o mais importante possível).
Numa jogada cheia de raça e vontade um forte chute foi desprendido pelo adversário, amado e odiado; meu irmão, em direção à meta do humilde, simples, desconhecido mas surpreendente goleiro eu. Com reflexos apurados e corajosos, me atiro em direção à bola fazendo uma magnífica defesa, espalmando o tiro do atacante direto na gaiola do passarinho.
ano de 1986
Meu pai alimentava uma paixão tradicional por canários, periquitos, mandarins e calafates. Nesta época dedicava-se apenas aos canários.
O Amarelinho(que era meu e cantava mais que todos os outros), o Laranjinha(que era de meu irmão, e as vezes cantava de maneira impressionante, mas nao tão frequente) , o Filhotinho (que havia nascido em casa), a Mãe-do-Filhotinho(que era o da minha mãe), o Tião (um canário-da-terra que apareceu voando todo abestalhado e perdido aqui no quintal, provavelmente havia escapado de alguma outra gaiola ), o Marronzinho e a Marronzinha.
Dia sim dia não, que era a maneira q minha mãe encontrou de dividir por igual as tarefas da casa entre os filhos, cuidava dos bichinhos. De manhã acordava umas 7 e ia direto pro salão de festas onde eles passavam a noite, abria a porta e já escutava-os assustados com o barulho. Passarinho é um bicho muito sensível e delicado, um grande susto pode até mata-los do coração, mas eu não sabia disso ainda.
Ficavam em cima e uma mesa, enfileirados e próximos, mas não muito próximos pois se uma gaiola encostasse na outra eles se pegavam de bico e podiam se machucar feio.
Pegava gaiola por gaiola e começava pela comida, trocando o alpiste velho pelo novo, depois a vitamina de canário e removia alguma fruta ou verdura que havia sido dada no dia anterior. Em seguida trocava a água dos bebedouros, indo com todos até a pia do banheiro, desmontando-os deixando a água velha escorrer pelo ralo ao mesmo tempo que ia limpando com uma escova de dentes usada. Na sequência enchia um por um com água limpinha, e tinha que ter a habilidade de fechar com bastante água dentro, daquele jeito que dá orgulho.
No final de tudo era trocar o jornal cheio de fezes e restos de comida por outro novinho e especialmente dobrado na bandeja de metal e pendurar a gaiola no quintal.
Verificava o tempo. Previa se ia chover ou não, onde iria bater mais ou menos sol e escolhia em qual prego pendurar. Cada passarihno tinha seu lugar marcado, tanto em tempos de sol como chuvosos. Sabia que o Amarelinho ficava entre a janelinha do banheiro do salão e a porta do salão quando estava sol, e entre a janelinha do banheiro da minha mãe e do quarto de tv quando estava chovendo. O Laranjinha, que também era protegido, pegava bons e seguros lugares, e nessa hieraquia de importância pessoal, eles iam ganhando as respectivas paredes do quintal.
Logo que sentiam o ar matinal começavam a cantar…  iam ensaiando ensainado ateh fazer o canto completo, que era o auge, a explosão musical produzida de maneira tão especial por aquela criaturinha agitada. E assim passavam quase toda a manhã; comendo, cantando, pulando, se bicando.  Logo que chegava a tarde, ficavam um pouco mais preguiçosos e se distraiam com outras coisas, como os pardais invasores que vinham roubar os almeirões pendurados próximos aos poleiros, e até mesmo seu precioso alpiste.
Em dias muito quentes, haviam as banheirinhas de plástico, que enchia com água da torneira e derramava boa parte até alcançar o chão da gaiola pendurada, colocando-a estrategicamente ao centro para um gostoso banho.
Terminando a refrescante limpeza, as banheirinhas eram retiradas (em dia de preguiça viravam a noite no fundo da gaiola) e sua água suja derramada nas plantas.
Ao pôr-do-sol, por volta das seis, sete…  os passarinhos eram recolhidos.
ano de 1992
Passarinho apesar de suscetível à morte por susto, vive bastante e sua morte por velhice é bem lenta. Primeiro param de cantar e vão ficando gordos… quando cantam, cantam muito. Depois o canto não vai chegando ao fim e se resume nuns longos piados.
Segundo, ficam cegos e não conseguem mais saltar entre os poleiros. Aí ficam no chão da gaiola, comendo e bebendo nos potinhos especialmente posicionados para suas dificuldades motoras,  porém também fazem cocô no mesmo lugar que caminham. Sem enxergar e sem poder voar, suas patinhas e penas vão se enchendo das próprias sujeiras. De tempos em tempos o passarinho era cuidadosamente retirado da gaiola para uma limpeza delicada das patas e penas. Um banhinho especial.
A terceira fase é mais rápida e objetiva. O pássaro não abre mais os olhos e não come. Fica o dia todo emplumado, dormindo por dias…   ora ou outra mudando de posição, até que ao final de uns 10 dias ele morre.
Era meu dia de cuidar deles, e a cada dia um de nós de sentia aliviado por vê-lo vivo, mas hoje eu o encontrei morto e chorei.
Fiquei sozinho lá com minha dor e peguei meu amiguinho. Sentia-o duro entre os dedos, sem calor, mas com um semblante tranquilo. Era triste, mas ao mesmo tempo bonito,  uma despedida, um laço rompido.
Já havia uma rotina em relação à morte dos canarinhos. Uma rotina criada por mim, diferente de meus pais que embrulhavam num jornal e colocavam no lixo, eu enterrava no jardim da frente.
Coloquei-o cuidadosamente dentro da banheirinha de plástico, peguei a enxadinha e fui até o jardim abrir uma pequena cova ao lado do pinheiro, onde não havia nenhum outro enterrado. Aberto o buraco, depositei com carinho o corpinho morto no fundo e passei a tampá-lo com a terra preta, que caía sobre ele de uma maneira grotesca, cobrindo suas lindas penas amarelas e aos poucos sumindo pra sempre.


Texto de Slachtoffer van de Liefde

Uma Curva no Tempo  

Posted by: Rose Porciuncula in


Título: Uma Curva no Tempo
Autor (a): Dani Atkins
Literatura Estrangeira
Gênero: Drama / Romance
Ano: 2015 / Páginas: 269
Idioma: português
Editora: Arqueiro
ISBN-13: 9788580414134
ISBN-10: 858041413X
Idioma: português
Rating: ★★★★ 4,5
() Favoritado!

Sinopse:
A noite do acidente mudou tudo... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim... Ou funciona?

A noite do acidente foi uma grande sorte... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente?

Resenha:
Terminei ontem... Para ser sincera, esse é o segundo livro consecutivo que não gosto muito do final, nunca tinha ocorrido em um espaço tão curto de tempo. O anterior foi “O quarto Dia”. Ambos foram de uma leitura fluida, mas o final nada satisfatório para o que eu achava que deveria ser.  Gostei muito, recomendo dou 4,5, mas queria outro final. rsss
De qualquer forma, Uma curva no tempo é envolvente, emocionante e deve ser lido nem que seja para tirar a duvida. Pode ser que você ame a história e fique marcada para sempre em sua memória ou que você não goste o suficiente para relembrar, mas sem duvidas vale muito a pena correr o risco e fazer a descoberta do que ele vai ser para você. Eu recomendo sem medo de estar dando uma dica furada!

Se eu indico? Claro que sim.
Acho que um livro tem que ter leitura fluida. Daquelas que, se quer saber sempre o que tem por vir e ele tem.

O Quarto Dia  

Posted by: Rose Porciuncula in


Título: O Quarto Dia
Autor (a): Sarah Lotz
Literatura Estrangeira
Gênero: Ficção / Terror
ISBN-13: 9788580415384
ISBN-10: 8580415381
Ano: 2016 / Páginas: 352
Idioma: português
Editora: Arqueiro
Rating: ★★★★ 4
( ) Ñ Favoritado!

Sinopse:
Em O Quarto Dia, Sarah Lotz conduz o leitor por uma viagem de réveillon que tinha tudo para ser perfeita. Mas às vezes o novo ano reserva surpresas desagradáveis...
Janeiro de 2017. Após cinco dias desaparecido, o navio O Belo Sonhador é encontrado à deriva no golfo do México. Poderia ser só mais um caso de falha de comunicação e pane mecânica... se não fosse por um detalhe: não há uma pessoa viva sequer no cruzeiro.

As autoridades acham indícios de uma epidemia de norovírus, mas apenas descobrem os corpos de duas passageiras. Para piorar, todos os registros e gravações de bordo sofreram danos irreparáveis.
Como milhares de pessoas podem ter sumido sem deixar rastro? Teorias da conspiração se alastram, mas só há uma certeza: 2.962 passageiros e tripulantes simplesmente desapareceram no mar do Caribe.

Resenha:
Bom livro. Mas o final deixa a desejar.
Esse é o segundo livro que leio de Sarah Lotz e acho que agora tenho como afirmar que esse realmente é o estilo dela.

No “Os Três“ o seu primeiro livro ela fala de uma Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo.
Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação.
A quarta pessoa é Pamela May Donald, que só vive tempo suficiente para deixar um alerta em seu celular: - Eles estão aqui.
O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas... Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele...

Essa mensagem irá mudar completamente o mundo.  ela conta a queda de 4 aviões pelo mundo ao mesmo tempo e onde inexplicavelmente sobrevivem 3.
E no mesmo caso do segundo fica um fim sem ser fim...........

Diferente do que todos pensam “O Quarto Dia” NÃO é continuação do seu primeiro livro, apenas em alguns capítulos ele cita alguns momentos do primeiro, mas não existe ligação entre ambos.
Eu diria que:
Os livros dela são repletos de suspense, arrepios, garantem bons sustos, faz o estilo terror. Entretanto ela não consegue encerrar satisfatoriamente seus livros.
O final fica aquela sensação de “ e aí???”....  "... mas e?"
Isso decididamente me irrita e mesmo assim eu o indico devido a ter sido ótimo e me prendido do inicio ao fim...

Repito que eu acho que um livro tem que ter leitura fluida. Daquelas que, se quer saber sempre o que tem por vir e ele tem.

Bjs
Meus

A Arte de Correr na Chuva – Meu Nome é Enzo. E Esta é Minha História.  

Posted by: Rose Porciuncula in

A Arte de Correr na Chuva – Meu Nome é Enzo. E Esta é Minha História.


Título: A Arte de Correr na Chuva
Autor (a): Garth Stein
Literatura Estrangeira
Gênero: Drama / Romance 
Ano: 2008 / Páginas: 304
Idioma: português
Editora: Ediouro
ISBN-13: 9788500022562
ISBN-10: 8500022566
Rating: ★★★★★ 5,0
() Favoritado!

Sinopse:
Quando Denny resolve adotar um cão para lhe servir de companhia, percebe imediatamente que o destino lhe enviou um amigo especial. Essa é a história de uma família contada sob a visão do dócil e sábia de Enzo, um cachorro com alma humana.
O amigo de Denny - Enzo - estará com ele nos melhores e piores momentos de sua vida, pois sabe que seu dono é um vencedor. Enzo é um cão, um cão com uma alma marcada pelo tempo. Denny é um piloto de grande talento, que encontra nas pistas de corrida sua verdadeira vocação. Mas a vida pode apresentar curvas acentuadas e dificuldades a serem superadas no percurso. Um livro que tem muito a nos ensinar sobre amor, tragédia, redenção. Do jeito que só um cão poderia narrar.
Enzo foi criado assistindo a programas no canal “National Geographic” e aprendeu que todo cachorro que morre se estiver preparado, reencarna como ser humano. Em um flashback de sua vida, Enzo relembra momentos de ternura, amor, injustiça e traição que presenciou na vida de seu dono Denny. Ele aprendeu a administrar a vida como numa corrida de carros, onde nem sempre a velocidade é a melhor estratégia. E agora tudo o que deseja é colocar este aprendizado em prática!

Resenha:
O que falar desse livro?
Eu resolvi não fazer mais longas resenhas como já expliquei aqui no blog, mas é impossível não vir aqui falar um pouco desse livro.
Enzo me fez rir muito e chorar mais ainda.
Enzo via televisão como meu Thor vê só que meu Thor não vê corridas, mas os outros canais ele vê e tem um que adora em especial que é o “Animal Planet”. Podem acreditar é verdade.
Bem... Vou tentar não dar spoiler importantes ao resenhar e retirar partes do livro para que Enzo me ajude a falar sobre esse livro.
Enzo é um cão, um cão com uma alma marcada pelo tempo. Denny é um piloto de grande talento, que encontra nas pistas de corrida sua verdadeira vocação. Mas a vida pode apresentar curvas acentuadas e dificuldades a serem superadas no percurso. Um livro que tem muito a nos ensinar sobre amor, tragédia, redenção. Do jeito que só um cão poderia narrar.
É um livro de cachorro e adoro esses livros de cão. E como todos os livros de cão esse livro é a forma de expressão entre o homem e o seu animal, só que nesse livro quem conta a história é Enzo o Cão e não Denny o Homem.
Enzo é fã de corridas de carros e tem alma de piloto. Mais do que isso, como ele mesmo diz, Enzo tem alma de humano.

“Sempre me senti quase humano. Sempre soube que havia algo em relação a mim que era diferente dos outros cachorros. Certo, estou preso no corpo de um cachorro, mas trata-se apenas da carcaça. O que está dentro é que é importante. A alma. E a minha alma é muito humana.”

Enzo é dono de uma inteligência extraordinária e eu me pergunto se todos os cachorros são inteligentes assim ou se é só o Enzo. Eu não sei, nunca tive um cachorro. Ele é sensível, tem ideias ótimas e sabe das coisas. Ele foi criado assistindo televisão e aprendeu muito assim. Ele sabe tudo sobre corridas de carro e um de seus maiores ídolos é Ayrton Senna. Enzo adora ver seu dono correndo também e daria tudo para pilotar.
Ele viu em um programa de TV que quando um cachorro morre como cachorro, se ele estiver pronto, sua próxima vida será como humano. E Enzo está pronto.
 Um livro lindo, encantador e acima de tudo emocionante. Um livro que nos faz pensar muito na vida e em seus caminhos. Mostra a verdadeira amizade entre os cães e seus donos. Faz-nos ver que não devemos desistir jamais e que a morte de forma alguma é o fim!
Ri muito com o episódio da Zebra, quando lerem entenderam.
E conto mais... Eu acabei o livro aos prantos de forma arrebatadora, chorei de soluçar, sorte estar em casa!

Se indico? Claro que sim.
Acho que, é uma leitura obrigatória para quem ama os cães.
Cada livro de cão se tira um bom ensinamento verdadeiramente sincero!
Leiam... leiammm

Bjs

Meus

Doce Perdão  

Posted by: Rose Porciuncula in


Título: Doce Perdão
Autor (a): Lori Nelson Spielman
Literatura Estrangeira
Gênero: Romance 
Ano: 2015 / Páginas: 322
Idioma: português
Editora: Verus
ISBN-13: 9788576864141
ISBN-10: 8576864142
Rating: ★★★★ 4,5
() Favoritado!

Sinopse:
Hannah Farr é uma personalidade de New Orleans. Apresentadora de TV, seu programa diário é adorado por milhares de fãs, e há dois anos ela namora o prefeito da cidade, Michael Payne. Mas sua vida, que parece tão certa, está prestes a ser abalada por duas pequenas pedras... As Pedras do Perdão viraram mania no país inteiro. O conceito é simples: envie duas pedras para alguém que você ofendeu ou maltratou. Se a pessoa lhe devolver uma delas, significa que você foi perdoado. Inofensivas no início, as Pedras do Perdão vão forçar Hannah a mergulhar de volta ao passado - o mesmo que ela cuidadosamente enterrou -, e todas as certezas de sua vida virão abaixo. Agora ela vai precisar ser forte para consertar os erros que cometeu, ou arriscar perder qualquer vislumbre de uma vida autêntica para sempre. Após o sucesso mundial de A lista de Brett, Lori Nelson Spielman retorna com este romance terno e esperto sobre nossas fraquezas tão humanas e a coragem necessária para perdoá-las - assim como para pedir perdão.

Resenha;
Eu diria que esse livro me surpreendeu.
Gostei do enredo e da história.
Não imaginava que poderia gostar tanto, minha expectativa era bem menor.
Super indico.

Bjs
Meus

Um punhado de sal.  

Posted by: Rose Porciuncula in



"O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.

- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.

- Ruim. - disse o jovem sem pensar duas vezes.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse junto com ele ao lago. Os dois caminharam em silêncio, e quando chegaram lá o mestre mandou que o jovem jogasse o sal no lago. O jovem então fez como o mestre disse.

Logo após o velho disse:

- Beba um pouco dessa água.

O jovem assim o fez e enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:

- Qual é o gosto?

- Bom! - o jovem disse sem pestanejar.

- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.

- Não. - disse o jovem.

O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem em detrimento do que você perdeu.


Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago."

Não se lamente por envelhecer...  

Posted by: Rose Porciuncula in ,

...Envelhecer é um privilégio negado a muitos!


Envelhecer é um privilégio, uma arte, um presente. Somar cabelos brancos, arrancar folhas no calendário e fazer aniversário deveria ser sempre um motivo de alegria. De alegria pela vida e pelo que estar aqui representa.

Todas as nossas mudanças físicas são reflexo da vida, algo do que nos podemos sentir muito orgulhosos.

Temos que agradecer pela oportunidade de fazer aniversário, pois graças a ele, cada dia podemos compartilhar momentos com aquelas pessoas que mais gostamos, podemos desfrutar dos prazeres da vida, desenhar sorrisos e construir com nossa presença um mundo melhor…



As rugas são um sincero e bonito reflexo da idade, contada com os sorrisos dos nossos rostos. Mas quando começam a aparecer, nos fazem perceber quão efêmera e fugaz é a vida.

Como consequência, frequentemente isso nos faz sentir desajustados e incômodos quando, na verdade, deveria ser um motivo de alegria. Como é possível que nos entristeça ter a oportunidade de fazer aniversário?

Porque temos medo de que, ao envelhecermos, percamos capacidades. Porquepensamos na velhice como um castigo, de maneira pejorativa e humilhante. Do mesmo modo, fazer aniversário nos faz olhar para trás e nos expõe ao que fizemos durante nossa vida.



Deveríamos agradecer à vida pela oportunidade de permanecer e de ter a capacidade e a consciência de desfrutar. Que sentido tem nos lamentarmos e nos queixarmos por termos possibilidades? Não é verdade que daríamos o que fosse para ter aqueles que perdemos do nosso lado? Por que não colocamos vontade na vida e deixamos de dissimular nosso caminhar?

Fazer aniversário deveria ser um motivo de alegria. Cada dia conta com 1440 minutos de novas opções, de maravilhosos pensamentos, de centenas de matizes em nossos sentimentos. Cada segundo nos faz mais capazes de experimentar e de aproveitar todas as opções que surgem ao nosso redor.


Cada ano é uma medalha, uma oportunidade para acumular lembranças, para fazer nossos os instantes, para soprar as velas com força e orgulho. Deseje continuar cumprindo sonhos, segundos, minutos, horas, dias, meses e anos… E, sobretudo, poder celebrá-los com a vida e com as pessoas que o rodeiam.



Quantos anos eu tenho?

Tenho a idade em que as coisas se olham com mais calma, mas com o interesse de seguir crescendo.

Tenho os anos em que os sonhos começam a se acariciar com os dedos e as ilusões se tornam esperança.

Tenho os anos em que o amor, às vezes, é uma louca labareda, ansiosa para se consumir no fogo de uma paixão desejada. E outras, é um remanso de paz, como o entardecer na praia.

Quantos anos tenho? Não preciso de um número marcar, pois meus desejos alcançados, as lágrimas que pelo caminho derramei ao ver minhas ilusões quebradas…
Valem muito mais do que isso.

O que importa se fizer vinte, quarenta, ou sessenta!
O que importa é a idade que sinto.

Tenho os anos que preciso para viver livre e sem medos.
Para seguir sem temor pelo atalho, pois levo comigo a experiência adquirida e a força de meus desejos.

Quantos anos tenho? Isso a quem importa!
Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.

– José Saramago –



Entre a infância e a velhice há um instante chamado vida

Não se lamente por envelhecer. A vida é um presente que nem todos temos o privilégio de desfrutar. É um frasco de suspiros, de tropeços, de aprendizagens, de prazeres e de sofrimentos. Por isso, em si mesma, é maravilhosa.

E também por isso é imprescindível aproveitar cada momento, fazê-lo nosso, nos sentirmos afortunados. Acumular juventude é uma arte que consiste em fazer com que seja mais importante a vida dos anos do que os anos de vida.

Não é tão importante se somamos cabelos brancos, rugas ou se nosso corpo nos pede trégua a cada manhã. O que verdadeiramente é relevante é crescer, porque no final das contas, fazer aniversário é inevitável, mas envelhecer é opcional.



Texto original em espanhol de Raquel Aldana.