A Sorte de Saber Amar.  

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A vida segue... mas com imensas cicatrizes que levaremos marcadas na alma.
A sorte de que quem ama muito é que vai amar sempre.
Quem fica teve sorte de ter tido...
Quem vai teve a sorte de ter passado....
Saudade é o preço cobrado por um amor que se viveu....
Saudade é o amor que fica.....................


Rose Porciuncula

"A vida é apenas um sopro que se vai com o vento..."  

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"A vida é apenas um sopro que se vai com o vento..." :'(


Rose Porciuncula

Acredite sempre!  

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Não pare de sonhar nunca...E nem tão pouco de acreditar.
Nem tudo acontece no momento que a gente sonhou e esse é o grande desafio de confiar e acreditar que sim vai acontecer no tempo certo. O universo é bom e está do nosso lado. Se ainda não veio tem um propósito.
Devemos continuar desejando e mentalizando nossos desejos realizados... Desde que sejam justos é claro...Imagine as melhores cenas que puder, mas preste bastante atenção no seu humor.
Verifique se ao imaginar você fica muito feliz e entusiasmada ou triste por não ter conseguido ainda?
O mais importante é você eliminar a ausência da dúvida.
Eu sei...não é fácil...ainda mais quando se está tentando há algum tempo, quando se deseja algo por anos, mas confie que vai acontecer no tempo certo.
Enquanto isso confie no momento presente.
O mundo devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
Entenda que o momento presente é sempre perfeito e que tudo tem um propósito.

Bjks
Minhas

Para onde vão os passarinhos quando morrem  

Posted by: Rose Porciuncula in


Pra onde vão os passarinhos quando morrem

ano de 1988
Estávamos jogando futebol no quintal. Meu irmão e eu, numa loucura alucinada, decidindo alguma final de algum mega hiper campeonato mundial (como o mundo era bem simples nessa idade, jamais pensávamos em algum campeonato universal, mas se fosse hoje seria algum campeonato universal dimensional alpha atemporal e claro, o mais importante possível).
Numa jogada cheia de raça e vontade um forte chute foi desprendido pelo adversário, amado e odiado; meu irmão, em direção à meta do humilde, simples, desconhecido mas surpreendente goleiro eu. Com reflexos apurados e corajosos, me atiro em direção à bola fazendo uma magnífica defesa, espalmando o tiro do atacante direto na gaiola do passarinho.
ano de 1986
Meu pai alimentava uma paixão tradicional por canários, periquitos, mandarins e calafates. Nesta época dedicava-se apenas aos canários.
O Amarelinho(que era meu e cantava mais que todos os outros), o Laranjinha(que era de meu irmão, e as vezes cantava de maneira impressionante, mas nao tão frequente) , o Filhotinho (que havia nascido em casa), a Mãe-do-Filhotinho(que era o da minha mãe), o Tião (um canário-da-terra que apareceu voando todo abestalhado e perdido aqui no quintal, provavelmente havia escapado de alguma outra gaiola ), o Marronzinho e a Marronzinha.
Dia sim dia não, que era a maneira q minha mãe encontrou de dividir por igual as tarefas da casa entre os filhos, cuidava dos bichinhos. De manhã acordava umas 7 e ia direto pro salão de festas onde eles passavam a noite, abria a porta e já escutava-os assustados com o barulho. Passarinho é um bicho muito sensível e delicado, um grande susto pode até mata-los do coração, mas eu não sabia disso ainda.
Ficavam em cima e uma mesa, enfileirados e próximos, mas não muito próximos pois se uma gaiola encostasse na outra eles se pegavam de bico e podiam se machucar feio.
Pegava gaiola por gaiola e começava pela comida, trocando o alpiste velho pelo novo, depois a vitamina de canário e removia alguma fruta ou verdura que havia sido dada no dia anterior. Em seguida trocava a água dos bebedouros, indo com todos até a pia do banheiro, desmontando-os deixando a água velha escorrer pelo ralo ao mesmo tempo que ia limpando com uma escova de dentes usada. Na sequência enchia um por um com água limpinha, e tinha que ter a habilidade de fechar com bastante água dentro, daquele jeito que dá orgulho.
No final de tudo era trocar o jornal cheio de fezes e restos de comida por outro novinho e especialmente dobrado na bandeja de metal e pendurar a gaiola no quintal.
Verificava o tempo. Previa se ia chover ou não, onde iria bater mais ou menos sol e escolhia em qual prego pendurar. Cada passarihno tinha seu lugar marcado, tanto em tempos de sol como chuvosos. Sabia que o Amarelinho ficava entre a janelinha do banheiro do salão e a porta do salão quando estava sol, e entre a janelinha do banheiro da minha mãe e do quarto de tv quando estava chovendo. O Laranjinha, que também era protegido, pegava bons e seguros lugares, e nessa hieraquia de importância pessoal, eles iam ganhando as respectivas paredes do quintal.
Logo que sentiam o ar matinal começavam a cantar…  iam ensaiando ensainado ateh fazer o canto completo, que era o auge, a explosão musical produzida de maneira tão especial por aquela criaturinha agitada. E assim passavam quase toda a manhã; comendo, cantando, pulando, se bicando.  Logo que chegava a tarde, ficavam um pouco mais preguiçosos e se distraiam com outras coisas, como os pardais invasores que vinham roubar os almeirões pendurados próximos aos poleiros, e até mesmo seu precioso alpiste.
Em dias muito quentes, haviam as banheirinhas de plástico, que enchia com água da torneira e derramava boa parte até alcançar o chão da gaiola pendurada, colocando-a estrategicamente ao centro para um gostoso banho.
Terminando a refrescante limpeza, as banheirinhas eram retiradas (em dia de preguiça viravam a noite no fundo da gaiola) e sua água suja derramada nas plantas.
Ao pôr-do-sol, por volta das seis, sete…  os passarinhos eram recolhidos.
ano de 1992
Passarinho apesar de suscetível à morte por susto, vive bastante e sua morte por velhice é bem lenta. Primeiro param de cantar e vão ficando gordos… quando cantam, cantam muito. Depois o canto não vai chegando ao fim e se resume nuns longos piados.
Segundo, ficam cegos e não conseguem mais saltar entre os poleiros. Aí ficam no chão da gaiola, comendo e bebendo nos potinhos especialmente posicionados para suas dificuldades motoras,  porém também fazem cocô no mesmo lugar que caminham. Sem enxergar e sem poder voar, suas patinhas e penas vão se enchendo das próprias sujeiras. De tempos em tempos o passarinho era cuidadosamente retirado da gaiola para uma limpeza delicada das patas e penas. Um banhinho especial.
A terceira fase é mais rápida e objetiva. O pássaro não abre mais os olhos e não come. Fica o dia todo emplumado, dormindo por dias…   ora ou outra mudando de posição, até que ao final de uns 10 dias ele morre.
Era meu dia de cuidar deles, e a cada dia um de nós de sentia aliviado por vê-lo vivo, mas hoje eu o encontrei morto e chorei.
Fiquei sozinho lá com minha dor e peguei meu amiguinho. Sentia-o duro entre os dedos, sem calor, mas com um semblante tranquilo. Era triste, mas ao mesmo tempo bonito,  uma despedida, um laço rompido.
Já havia uma rotina em relação à morte dos canarinhos. Uma rotina criada por mim, diferente de meus pais que embrulhavam num jornal e colocavam no lixo, eu enterrava no jardim da frente.
Coloquei-o cuidadosamente dentro da banheirinha de plástico, peguei a enxadinha e fui até o jardim abrir uma pequena cova ao lado do pinheiro, onde não havia nenhum outro enterrado. Aberto o buraco, depositei com carinho o corpinho morto no fundo e passei a tampá-lo com a terra preta, que caía sobre ele de uma maneira grotesca, cobrindo suas lindas penas amarelas e aos poucos sumindo pra sempre.


Texto de Slachtoffer van de Liefde

Uma Curva no Tempo  

Posted by: Rose Porciuncula in


Título: Uma Curva no Tempo
Autor (a): Dani Atkins
Literatura Estrangeira
Gênero: Drama / Romance
Ano: 2015 / Páginas: 269
Idioma: português
Editora: Arqueiro
ISBN-13: 9788580414134
ISBN-10: 858041413X
Idioma: português
Rating: ★★★★ 4,5
() Favoritado!

Sinopse:
A noite do acidente mudou tudo... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim... Ou funciona?

A noite do acidente foi uma grande sorte... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente?

Resenha:
Terminei ontem... Para ser sincera, esse é o segundo livro consecutivo que não gosto muito do final, nunca tinha ocorrido em um espaço tão curto de tempo. O anterior foi “O quarto Dia”. Ambos foram de uma leitura fluida, mas o final nada satisfatório para o que eu achava que deveria ser.  Gostei muito, recomendo dou 4,5, mas queria outro final. rsss
De qualquer forma, Uma curva no tempo é envolvente, emocionante e deve ser lido nem que seja para tirar a duvida. Pode ser que você ame a história e fique marcada para sempre em sua memória ou que você não goste o suficiente para relembrar, mas sem duvidas vale muito a pena correr o risco e fazer a descoberta do que ele vai ser para você. Eu recomendo sem medo de estar dando uma dica furada!

Se eu indico? Claro que sim.
Acho que um livro tem que ter leitura fluida. Daquelas que, se quer saber sempre o que tem por vir e ele tem.

O Quarto Dia  

Posted by: Rose Porciuncula in


Título: O Quarto Dia
Autor (a): Sarah Lotz
Literatura Estrangeira
Gênero: Ficção / Terror
ISBN-13: 9788580415384
ISBN-10: 8580415381
Ano: 2016 / Páginas: 352
Idioma: português
Editora: Arqueiro
Rating: ★★★★ 4
( ) Ñ Favoritado!

Sinopse:
Em O Quarto Dia, Sarah Lotz conduz o leitor por uma viagem de réveillon que tinha tudo para ser perfeita. Mas às vezes o novo ano reserva surpresas desagradáveis...
Janeiro de 2017. Após cinco dias desaparecido, o navio O Belo Sonhador é encontrado à deriva no golfo do México. Poderia ser só mais um caso de falha de comunicação e pane mecânica... se não fosse por um detalhe: não há uma pessoa viva sequer no cruzeiro.

As autoridades acham indícios de uma epidemia de norovírus, mas apenas descobrem os corpos de duas passageiras. Para piorar, todos os registros e gravações de bordo sofreram danos irreparáveis.
Como milhares de pessoas podem ter sumido sem deixar rastro? Teorias da conspiração se alastram, mas só há uma certeza: 2.962 passageiros e tripulantes simplesmente desapareceram no mar do Caribe.

Resenha:
Bom livro. Mas o final deixa a desejar.
Esse é o segundo livro que leio de Sarah Lotz e acho que agora tenho como afirmar que esse realmente é o estilo dela.

No “Os Três“ o seu primeiro livro ela fala de uma Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo.
Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação.
A quarta pessoa é Pamela May Donald, que só vive tempo suficiente para deixar um alerta em seu celular: - Eles estão aqui.
O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas... Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele...

Essa mensagem irá mudar completamente o mundo.  ela conta a queda de 4 aviões pelo mundo ao mesmo tempo e onde inexplicavelmente sobrevivem 3.
E no mesmo caso do segundo fica um fim sem ser fim...........

Diferente do que todos pensam “O Quarto Dia” NÃO é continuação do seu primeiro livro, apenas em alguns capítulos ele cita alguns momentos do primeiro, mas não existe ligação entre ambos.
Eu diria que:
Os livros dela são repletos de suspense, arrepios, garantem bons sustos, faz o estilo terror. Entretanto ela não consegue encerrar satisfatoriamente seus livros.
O final fica aquela sensação de “ e aí???”....  "... mas e?"
Isso decididamente me irrita e mesmo assim eu o indico devido a ter sido ótimo e me prendido do inicio ao fim...

Repito que eu acho que um livro tem que ter leitura fluida. Daquelas que, se quer saber sempre o que tem por vir e ele tem.

Bjs
Meus

A Arte de Correr na Chuva – Meu Nome é Enzo. E Esta é Minha História.  

Posted by: Rose Porciuncula in

A Arte de Correr na Chuva – Meu Nome é Enzo. E Esta é Minha História.


Título: A Arte de Correr na Chuva
Autor (a): Garth Stein
Literatura Estrangeira
Gênero: Drama / Romance 
Ano: 2008 / Páginas: 304
Idioma: português
Editora: Ediouro
ISBN-13: 9788500022562
ISBN-10: 8500022566
Rating: ★★★★★ 5,0
() Favoritado!

Sinopse:
Quando Denny resolve adotar um cão para lhe servir de companhia, percebe imediatamente que o destino lhe enviou um amigo especial. Essa é a história de uma família contada sob a visão do dócil e sábia de Enzo, um cachorro com alma humana.
O amigo de Denny - Enzo - estará com ele nos melhores e piores momentos de sua vida, pois sabe que seu dono é um vencedor. Enzo é um cão, um cão com uma alma marcada pelo tempo. Denny é um piloto de grande talento, que encontra nas pistas de corrida sua verdadeira vocação. Mas a vida pode apresentar curvas acentuadas e dificuldades a serem superadas no percurso. Um livro que tem muito a nos ensinar sobre amor, tragédia, redenção. Do jeito que só um cão poderia narrar.
Enzo foi criado assistindo a programas no canal “National Geographic” e aprendeu que todo cachorro que morre se estiver preparado, reencarna como ser humano. Em um flashback de sua vida, Enzo relembra momentos de ternura, amor, injustiça e traição que presenciou na vida de seu dono Denny. Ele aprendeu a administrar a vida como numa corrida de carros, onde nem sempre a velocidade é a melhor estratégia. E agora tudo o que deseja é colocar este aprendizado em prática!

Resenha:
O que falar desse livro?
Eu resolvi não fazer mais longas resenhas como já expliquei aqui no blog, mas é impossível não vir aqui falar um pouco desse livro.
Enzo me fez rir muito e chorar mais ainda.
Enzo via televisão como meu Thor vê só que meu Thor não vê corridas, mas os outros canais ele vê e tem um que adora em especial que é o “Animal Planet”. Podem acreditar é verdade.
Bem... Vou tentar não dar spoiler importantes ao resenhar e retirar partes do livro para que Enzo me ajude a falar sobre esse livro.
Enzo é um cão, um cão com uma alma marcada pelo tempo. Denny é um piloto de grande talento, que encontra nas pistas de corrida sua verdadeira vocação. Mas a vida pode apresentar curvas acentuadas e dificuldades a serem superadas no percurso. Um livro que tem muito a nos ensinar sobre amor, tragédia, redenção. Do jeito que só um cão poderia narrar.
É um livro de cachorro e adoro esses livros de cão. E como todos os livros de cão esse livro é a forma de expressão entre o homem e o seu animal, só que nesse livro quem conta a história é Enzo o Cão e não Denny o Homem.
Enzo é fã de corridas de carros e tem alma de piloto. Mais do que isso, como ele mesmo diz, Enzo tem alma de humano.

“Sempre me senti quase humano. Sempre soube que havia algo em relação a mim que era diferente dos outros cachorros. Certo, estou preso no corpo de um cachorro, mas trata-se apenas da carcaça. O que está dentro é que é importante. A alma. E a minha alma é muito humana.”

Enzo é dono de uma inteligência extraordinária e eu me pergunto se todos os cachorros são inteligentes assim ou se é só o Enzo. Eu não sei, nunca tive um cachorro. Ele é sensível, tem ideias ótimas e sabe das coisas. Ele foi criado assistindo televisão e aprendeu muito assim. Ele sabe tudo sobre corridas de carro e um de seus maiores ídolos é Ayrton Senna. Enzo adora ver seu dono correndo também e daria tudo para pilotar.
Ele viu em um programa de TV que quando um cachorro morre como cachorro, se ele estiver pronto, sua próxima vida será como humano. E Enzo está pronto.
 Um livro lindo, encantador e acima de tudo emocionante. Um livro que nos faz pensar muito na vida e em seus caminhos. Mostra a verdadeira amizade entre os cães e seus donos. Faz-nos ver que não devemos desistir jamais e que a morte de forma alguma é o fim!
Ri muito com o episódio da Zebra, quando lerem entenderam.
E conto mais... Eu acabei o livro aos prantos de forma arrebatadora, chorei de soluçar, sorte estar em casa!

Se indico? Claro que sim.
Acho que, é uma leitura obrigatória para quem ama os cães.
Cada livro de cão se tira um bom ensinamento verdadeiramente sincero!
Leiam... leiammm

Bjs

Meus

Doce Perdão  

Posted by: Rose Porciuncula in


Título: Doce Perdão
Autor (a): Lori Nelson Spielman
Literatura Estrangeira
Gênero: Romance 
Ano: 2015 / Páginas: 322
Idioma: português
Editora: Verus
ISBN-13: 9788576864141
ISBN-10: 8576864142
Rating: ★★★★ 4,5
() Favoritado!

Sinopse:
Hannah Farr é uma personalidade de New Orleans. Apresentadora de TV, seu programa diário é adorado por milhares de fãs, e há dois anos ela namora o prefeito da cidade, Michael Payne. Mas sua vida, que parece tão certa, está prestes a ser abalada por duas pequenas pedras... As Pedras do Perdão viraram mania no país inteiro. O conceito é simples: envie duas pedras para alguém que você ofendeu ou maltratou. Se a pessoa lhe devolver uma delas, significa que você foi perdoado. Inofensivas no início, as Pedras do Perdão vão forçar Hannah a mergulhar de volta ao passado - o mesmo que ela cuidadosamente enterrou -, e todas as certezas de sua vida virão abaixo. Agora ela vai precisar ser forte para consertar os erros que cometeu, ou arriscar perder qualquer vislumbre de uma vida autêntica para sempre. Após o sucesso mundial de A lista de Brett, Lori Nelson Spielman retorna com este romance terno e esperto sobre nossas fraquezas tão humanas e a coragem necessária para perdoá-las - assim como para pedir perdão.

Resenha;
Eu diria que esse livro me surpreendeu.
Gostei do enredo e da história.
Não imaginava que poderia gostar tanto, minha expectativa era bem menor.
Super indico.

Bjs
Meus

Um punhado de sal.  

Posted by: Rose Porciuncula in



"O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.

- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.

- Ruim. - disse o jovem sem pensar duas vezes.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse junto com ele ao lago. Os dois caminharam em silêncio, e quando chegaram lá o mestre mandou que o jovem jogasse o sal no lago. O jovem então fez como o mestre disse.

Logo após o velho disse:

- Beba um pouco dessa água.

O jovem assim o fez e enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:

- Qual é o gosto?

- Bom! - o jovem disse sem pestanejar.

- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.

- Não. - disse o jovem.

O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem em detrimento do que você perdeu.


Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago."

Não se lamente por envelhecer...  

Posted by: Rose Porciuncula in ,

...Envelhecer é um privilégio negado a muitos!


Envelhecer é um privilégio, uma arte, um presente. Somar cabelos brancos, arrancar folhas no calendário e fazer aniversário deveria ser sempre um motivo de alegria. De alegria pela vida e pelo que estar aqui representa.

Todas as nossas mudanças físicas são reflexo da vida, algo do que nos podemos sentir muito orgulhosos.

Temos que agradecer pela oportunidade de fazer aniversário, pois graças a ele, cada dia podemos compartilhar momentos com aquelas pessoas que mais gostamos, podemos desfrutar dos prazeres da vida, desenhar sorrisos e construir com nossa presença um mundo melhor…



As rugas são um sincero e bonito reflexo da idade, contada com os sorrisos dos nossos rostos. Mas quando começam a aparecer, nos fazem perceber quão efêmera e fugaz é a vida.

Como consequência, frequentemente isso nos faz sentir desajustados e incômodos quando, na verdade, deveria ser um motivo de alegria. Como é possível que nos entristeça ter a oportunidade de fazer aniversário?

Porque temos medo de que, ao envelhecermos, percamos capacidades. Porquepensamos na velhice como um castigo, de maneira pejorativa e humilhante. Do mesmo modo, fazer aniversário nos faz olhar para trás e nos expõe ao que fizemos durante nossa vida.



Deveríamos agradecer à vida pela oportunidade de permanecer e de ter a capacidade e a consciência de desfrutar. Que sentido tem nos lamentarmos e nos queixarmos por termos possibilidades? Não é verdade que daríamos o que fosse para ter aqueles que perdemos do nosso lado? Por que não colocamos vontade na vida e deixamos de dissimular nosso caminhar?

Fazer aniversário deveria ser um motivo de alegria. Cada dia conta com 1440 minutos de novas opções, de maravilhosos pensamentos, de centenas de matizes em nossos sentimentos. Cada segundo nos faz mais capazes de experimentar e de aproveitar todas as opções que surgem ao nosso redor.


Cada ano é uma medalha, uma oportunidade para acumular lembranças, para fazer nossos os instantes, para soprar as velas com força e orgulho. Deseje continuar cumprindo sonhos, segundos, minutos, horas, dias, meses e anos… E, sobretudo, poder celebrá-los com a vida e com as pessoas que o rodeiam.



Quantos anos eu tenho?

Tenho a idade em que as coisas se olham com mais calma, mas com o interesse de seguir crescendo.

Tenho os anos em que os sonhos começam a se acariciar com os dedos e as ilusões se tornam esperança.

Tenho os anos em que o amor, às vezes, é uma louca labareda, ansiosa para se consumir no fogo de uma paixão desejada. E outras, é um remanso de paz, como o entardecer na praia.

Quantos anos tenho? Não preciso de um número marcar, pois meus desejos alcançados, as lágrimas que pelo caminho derramei ao ver minhas ilusões quebradas…
Valem muito mais do que isso.

O que importa se fizer vinte, quarenta, ou sessenta!
O que importa é a idade que sinto.

Tenho os anos que preciso para viver livre e sem medos.
Para seguir sem temor pelo atalho, pois levo comigo a experiência adquirida e a força de meus desejos.

Quantos anos tenho? Isso a quem importa!
Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.

– José Saramago –



Entre a infância e a velhice há um instante chamado vida

Não se lamente por envelhecer. A vida é um presente que nem todos temos o privilégio de desfrutar. É um frasco de suspiros, de tropeços, de aprendizagens, de prazeres e de sofrimentos. Por isso, em si mesma, é maravilhosa.

E também por isso é imprescindível aproveitar cada momento, fazê-lo nosso, nos sentirmos afortunados. Acumular juventude é uma arte que consiste em fazer com que seja mais importante a vida dos anos do que os anos de vida.

Não é tão importante se somamos cabelos brancos, rugas ou se nosso corpo nos pede trégua a cada manhã. O que verdadeiramente é relevante é crescer, porque no final das contas, fazer aniversário é inevitável, mas envelhecer é opcional.



Texto original em espanhol de Raquel Aldana.

Porque engordamos?  

Posted by: Rose Porciuncula in


Se calorias determinassem se você vai engordar (ou emagrecer) 300 calorias de brigadeiro teriam o mesmo efeito sobre o corpo que 300 calorias de brócolis!
Nesse pensamento, uma dieta de 1000 calorias vindas unicamente de pavê de chocolate deixaria magra e feliz qualquer pessoa do mundo! Mas não é isso que acontece! 🙈
Se um dia alguém te disse que para engordar você acabou comendo mais calorias do que gastou (e que para emagrecer deveria fazer o inverso) essa pessoa se enganou! O problema não é quantas calorias tem o alimento, mas sim QUAL SEU EFEITO DESTE ALIMENTO SOBRE SEUS HORMÔNIOS!
Se um alimento é principalmente composto de #‎carboidratos (estamos falando aqui de doces, pães, biscoitos, cereais, barras, grãos, e açúcares modificados e isolados) não importa o quão integral ele seja, não importa quantos "30 grãos" ele tenha, ainda que "lentamente" ele vai disparar a liberação do hormônio INSULINA.
A insulina é um hormônio anabólico, responsável por bloquear completamente o uso da gordura corporal na produção de energia (ou seja, se você consome alguns destes antes dos seus exercícios físicos, pode gastar muita coisa lá, MENOS gordura, até que a insulina finalmente baixe) e de levar esse carboidrato todo para dentro da célula, afim de ser usado como fonte de energia.
Acontece que se você come carboidratos 4-5x ao dia e se exercita 2-3x na SEMANA, essa "fonte de energia" toda será estocada, em forma de GORDURA! E é assim que você engorda! Mesmo comendo "poucas calorias"! 😊
Então você não ficou gordo por comer muitas calorias e nem por comer muita gordura, ficou gordo por ativar insulina o dia todo (pelo consumo constante de carboidratos) e ingerir fontes de energia sem as utilizar! 👍
Precisa "cortar carboidratos"? NÃO!
Mas diminuí-los para reverter o problema: com certeza!
Entenda de uma vez que calorias importam muito pouco, e que o conteúdo e a qualidade do alimento importa mais!
Abacate tem muito mais calorias que pão integral, mas é fonte de gordura (que NÃO ativa insulina), cheio de vitaminas, propriedades e ainda é sacietógeno, nesta comparação, por exemplo, calorias realmente não importam! 😊

O Simbolismo da Vassoura  

Posted by: Rose Porciuncula in


As avós sábias nos ensinaram que varrer é uma prática ancestral de empoderamento feminino.
Quando uma mulher varre, limpa e põe em ordem a energia do espaço e ao mesmo tempo limpa e põe ordem seu coração.
Colocar o coração em ordem significa colocá-lo em sintonia e harmonia com a vibração do amor ...
Se você estiver com raiva, varre sua raiva.
Se você sentir ciúmes, varre o seu ciúme.
Se você se sentir triste, varre sua tristeza.
Se você estiver ansiosa, varre a sua ansiedade.
Se você se sentir desvalorizado, varre a sua baixa auto-estima.
Varra as coisas ruins da sua vida, mentalize e limpe.
Sempre de dentro pra fora, comece do último ambiente até a porta da rua ou a lixeira.
Sempre quando pudermos, devemos pegar a vassoura e fazer a limpeza do nosso ambiente (residencial e comercial), com o pensamento focado na limpeza que desejamos.
A vassoura torna-se um instrumento de poder quando a mulher que a dirige faz isso, conscientemente, para endireitar seu coração, sua vida.

Me Before You – Official Trailer - Official Warner Bros. UK  

Posted by: Rose Porciuncula in

Sinceramente eu teria em mente outros atores, mas o que vale e ver um dos meus livros prediletos em filme!

O outro lado da Menopausa!  

Posted by: Rose Porciuncula in ,



É mais ou menos assim: um dia você acorda quadrada, ou talvez, ballonnée, ou pior, com jeito de matrona!

A menopausa não é colega – ouvi de uma mulher numa sala de espera de dermatologista. Estávamos as duas com os rostos inchados e chamuscados por lasers e peelings, folheando perversas revistas de moda e frivolidades, onde todos são jovens e felizes, depositando míseras gotículas de esperança nos raios que nos partem daqueles aparelhos de última geração. Balancei a cabeça como uma vaca no matadouro e, sem pestanejar, movida pela absoluta cumplicidade daquele instante, falei para a minha colega: A menopausa é uma filha da mãe, isso sim! Caímos na maior gargalhada e assim ela se tornou a minha primeira amiga de menopausa.

A menopausa é um seqüestro. Uma versão, só para mulheres, de praga bíblica. Inferno astral que antecede a terceira idade. É tragicômica, portanto, para encarar, só rindo. Um dia você está no meio da sua normalidade, é arrancada de tudo que você tem como referência física de si mesma e é lançada a uma espécie de funilaria às avessas. A libido diminui na mesma proporção em que aumenta a irritabilidade.

Você não só não pensa tanto, nem gosta tanto, nem se importa tanto mais com sexo, como para compensar vira uma criatura instável, pavio curto, sem paciência para nada, capaz de discutir com um poste, de deprimir à toa, ter crise de choro com anúncio de seguradora e ataque de ansiedade ao ler o jornal. Enfim, você vira uma pessoa bem complicada, ou melhor, complexa. E, até então, você achava que TPM era o pior que podia acontecer.

Os sintomas aparecem inadvertidamente, como assaltantes, em maior ou menor intensidade, bizarros e infalíveis. Lá estão eles: ressecamento – escolha onde você terá; celulite – a pele de pêssego é substituída pela casca de laranja; flacidez – é a triste irrevogabilidade da lei da gravidade; manchas senis – essas pelo menos trazem o consolo dos muitos verões bem vividos; insônia – e com ela balanços complicados da vida; calores – esses são um requinte de crueldade, tão desprovidos de sentido que nos fazem refletir sobre a transcendência da agonia dos ovos cozidos; esquecimentos – sua memória vira uma espécie de vácuo e você passa por constrangimentos inenarráveis como aquela frase típica: “sabe aquele filme, daquele diretor, com aquela atriz, como é mesmo o nome?”; ossos de papel – e o perigo de tombos ridículos resultarem em cirurgias espetaculares onde pinos e próteses são implantados sem cerimônia; cabelos ralinhos de palha de milho – a sua trança de potranca virou um tererê; cintura - convexa ou quase inexistente com direito àqueles dois afundadinhos nas costas, como se você fosse feita de massinha de modelar; olhar – embaçado por uma nata azulada (catarata, não!!!) toldado por pálpebras fofas, generosas – e você começa a achar que tem ascendência mongol; juntas sacanas – com data de validade vencida e, como se não bastasse, a lembrança recente, acachapante, perturbadora e descompassada de como você era antes da menopausa. Você era jovem ontem! Que dó, que desperdício!

Esse é o ponto crucial: o estranhamento entre o que vemos e a nossa imagem interna. Não se trata da negação da velhice, da morte. Não. É bem mais simples e raso: você simplesmente não gosta do que vê! Trata-se de uma incapacidade temporária para sobrepor imagens, aceitar limitações, apurar um outro olhar.

Você ainda não tem parâmetros para entender em que você está se transformando. Você resiste bravamente. Convoca uma legião de especialistas, as forças do Bem, o exército da salvação. Faz reposição hormonal, contrata um personal, dá uma passadinha na sex shop, engole quilos de soja, linhaça e sucos de cranberry, toma antidepressivo, Ômega 3, aplica botox, faz drenagem linfática, vai ao plástico, ao dermatologista, ao ortomolecular, à nutricionista, ao psicanalista, ao astrólogo, à fisioterapeuta e ouve o seu ginecologista como se ele fosse o oráculo de Delfos. Seus modelos e referências estão no passado e a menopausa – trombeta apocalíptica – anuncia um futuro onde você vai ter de mostrar que aprendeu lições, mereceu cada ruga e está pronta para mais trinta anos.

A menopausa é uma puberdade invertida. E, como tal, é também casulo, travessia, transformação. Divisor de águas, experiência de deserto, freio de arrumação, faxina. Teste crucial de espírito esportivo, capacidade de adaptação e instinto de sobrevivência.

Passa. Demora, mas passa, e você sobrevive, como sobreviveu à pororoca hormonal da adolescência; você há de superar o declínio daqueles mesmos hormônios e seus asseclas que um dia já te enlouqueceram. (Esqueceu que você sobreviveu, com muito menos recursos, às cólicas, às espinhas, aos pelos encravados, aos ovários policísticos, à vergonha do próprio corpo, à oscilação de humor e à melancolia dos anos tenebrosos da adolescência?)

E aí, passada a tempestade, vem a bonança, a libertação. Você estará livre de ter que ser bonita, magra, eficiente, querida, desejável, vencedora, fértil, competitiva, invejada, elegante, gostosa, informada, culta, legal, conectada, tudo ao mesmo tempo. Ufa!!!

Depois dos achaques, perrengues e mudanças, a menopausa inaugura a maturidade: a síntese da mulher que você construiu ao longo dos anos, fases e etapas, a essência que fica, depois que os papéis de jovem fêmea produtiva estão cumpridos. Seu rosto é a cara da sua vida. Sua bagagem é tão grande que dá para jogar fora um monte de supérfluos e pesos mortos. Seu tempo é só seu e você não precisa provar mais nada para ninguém. Seu maior desafio é ter-se tornado uma boa companhia para si mesma. Você reformula premissas, um estar no mundo mais relaxado, uma maior complacência com suas imperfeições, dificuldade e vícios. Você já não quer mudar o mundo, você quer compreendê-lo; você já não precisa agradar às pessoas, você quer viver em paz e ser respeitada. Não há mais pressa; a vida vira um bom vinho a ser apreciado, com generosidade e prazer.

A menopausa é um tremendo rito de passagem. Talvez o último antes da definitiva passagem. Inevitável e necessário. Coisa de gente grande. O relógio biológico é inclemente, imparcial e, portanto, justo. Haja coragem e bom humor! Não há negociação possível, apenas a vida seguindo seu curso.

Então, que venham os ciclos, todos. Com seus sustos, sombras e transformações. Com suas libertações, rearranjos e alegrias. Que venham os dias, as horas, as marés, as auroras, todas.

Texto de Hilda Lucas 

Destralhar...  

Posted by: Rose Porciuncula in , ,


Uma reflexão para a passagem do ano...
"Destralhar... Você já conhecia este verbo?
Já ouviu falar em toxinas da casa?
objetos que você não usa.
roupas de que você não gosta ou não usa há anos.
coisas feias.
coisas quebradas, lascadas ou rachadas.
velhas cartas, bilhetes.
plantas mortas ou doentes.
recibos/jornais/revistas antigos.
remédios vencidos.
meias velhas, furadas.
sapatos estragados.
Ufa, que peso!
O "destralhamento" é a forma mais rápida de transformar a vida e ajudar as outras eventuais terapias.
Com o destralhamento, a saúde melhora, a criatividade cresce, os relacionamentos se aprimoram.
É comum sentir-se cansado, deprimido, desanimado, em um ambiente cheio de entulho, cheio de tralha, pois "existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos".
Outros possíveis efeitos do acúmulo e da bagunça:
sentir-se desorganizado, fracassado, limitado e apegado ao passado.
No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga.
Na entrada, restringem o fluxo da vida.
Empilhadas no chão, nos puxam para baixo.
Acima de nós, são dores de cabeça.
Sob a cama, poluem o sono.
Perguntinhas úteis na hora de destralhar...
1- Por que estou guardando isto?
2- Será que isto tem a ver comigo hoje?
3- O que vou sentir ao liberar isto?
E vá fazendo pilhas separadas...
Para doar!
Para jogar fora!
Para destralhar ainda mais...
livre-se de barulhos
das luzes fortes
das cores berrantes
dos odores químicos
dos revestimentos sintéticos
E também...
libere mágoas
pare de fumar
termine projetos inacabados.
As frutas nascem azedas e vão ficando docinhas com o tempo.
A gente deveria de ser assim!
 Destralhar ajuda a adocicar."

Carlos Solano

Para encerrar...
Dê a quem você ama asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar."